AMEII ESSE TEXTO !!! INCRÍVEL E NOS DEIXA BOBOS EM IMAGINAR TODAS ESSAS OPORTUNIDADES QUE FARÃO MARAVILHAS PARA NOSSA CIDADE !!!!
por: Sapiran Brito
[23H:04MIN] 29/07/2011 - OPINIÃO
A comunidade tem acompanhado as conversações entre o poder público e a Globo Filmes para que seja rodado em Bagé as partes principais do filme “O Tempo e o Vento”.
Trata-se da obra fundamental de Erico Veríssimo sobre a história do Rio Grande de forma romanceada. Agora teremos uma versão para o cinema. Começo explicando para aqueles familiarizados com a obra que não se trata de uma transposição do romance para a tela. Literatura e cinematografia têm liguagens diferentes. A partir da obra original trabalharam nela três roteiristas, que fizeram o primeiro, o segundo e o terceiro tratamento com acompanhamento do diretor Jayme Monjardim. Evidentemente que os personagens e o conteúdo principal serão mantidos, o resto correrá por conta destes artistas que farão uma espécie de recriação, levando à tela a essência da história contada pelo romancista de forma resumida em 90 minutos a ela acrescentando a sua própria leitura e escrita. Monjardim sonha alto, segundo ele, até aqui, está será a sua maior obra e todos nós torcemos para que, quem sabe, ela não venha representar o Brasil na maior premiação cinematográfica do mundo, o Oscar. É tão grandiosa a empreitada que a Globo Filmes estabeleceu parceria com duas outras produtoras: Nexus Cinema de São Paulo e a Panda Filmes do Rio Grande do Sul, além dos apoios fundamentais das prefeituras: de Bagé, Candiota, Pelotas, Viamão e Paulínia no estado de São Paulo onde serão rodados em estúdios os interiores. No resultado final, graças a tecnologia e a geografia do cinema, tudo será fundido numa só região, as Missões e o Pampa gaúcho.
O custo total desta produção é de mais de nove milhões, sem contar os aportes financeiros e logísticos, contribuições dos municípios referidos. No nosso caso, Bagé, graças a uma demorada negociação conduzida com todo cuidado como deve proceder qualquer governo sério, o aporte financeiro será simbólico e captado junto a empresas que desejarem participar do projeto, de modo que não saiam recursos do cofre público municipal. Muito pelo contrário, teremos a médio prazo ganhos financeiros que irão beneficiar a cultura e o turismo local. Bagé ganhará nessa negociação uma cidade cenográfica, a Santa Fé imaginada por Erico, tomará forma material no Parque do Gaúcho, e existe todo um planejamento para o aproveitamento deste equipamento, logo após terminem as filmagens. Ganharemos também, porque faz parte do acordo negociado, o aproveitamento da mão de obra local, marceneiros, pedreiros, serralheiros, artesões, peões campeiros e mais uma gama de profissionais, estarão trabalhando de forma remunerada na produção. Também nosso povo participará da figuração, pequenos papéis e tarefas técnicas auxiliares. Especialmente jovens que se interessam por cinema terão a oportunidade de vivenciar e participar de uma superprodução, coisa que até ontem, era impossível de imaginar fosse acontecer um dia em Bagé. A par disso ganharão os hotéis, os bares, restaurantes, taxistas e outros serviços, que irão atender, não só a equipe do filme, como aos turistas que para cá se dirigirão para verem de perto e por dentro como se faz uma grande produção cinematográfica. Concluído o trabalho, o filme entrará em circuíto nacional e também será comercializado para o resto do mundo. Logo após será exibido em forma de minissérie, aqui e em vários países. Durante muitos anos, mundo afora se falará em Bagé, cidade que sediou “O Tempo e o Vento” e quem nos visitar poderá vestir-se com as roupas utilizadas no filme, tirar fotos de recordação dizendo: -”Aqui estou de Bibiana ou Capitão Rodrigo”. Figurinos, objetos e adereços utilizados permanecerão aqui a disposição no memorial de Santa Fé, que passará a usar as instalações para representações teatrais e até quem sabe um espetáculo permanente de som e luz. Também ficará a disposição do público cópia da película, registro de vozes dos atores, fotos e o macking off (o filme por dentro). Também pelo período que estiverem aqui, cenotécnicos estarão ministrando oficinas para que os nossos jovens se apropriem das técnicas e truques cinematográficos. Não resta a menor dúvida que esse será o grande evento em nossa cidade nos anos de 2011 e 2012. Não tenho a menor dúvida que só teremos a ganhar, portanto, é fundamental que todos “entre no espírito da coisa” e consigam dimensionar a grandeza e o significado do acontecimento e que nele se envolvam das formas mais diversificadas. Abracem o Tempo e o Vento como nós estamos abraçando. Acariciem o visitante, sejam atenciosos e hospitaleiros para que todos levem de nós, as melhores lembranças, pois esse será um momento único de afirmação de nossos tão cultuados valores, oportunidade rara para comprovarmos que somos gente de primeira e que não é por acaso que falam por aí tão bem de Bagé.
Para a decisão final de Monjardim foram fundamentais: os nossos equipamentos, a nossa paisagem, a nossa luz, os tipos humanos e especialmente a atenção e cuidados dedicados a equipe de produção. Isto só aumenta a nossa autoestima ao mesmo tempo que, faz pesar nos nossos ombros uma grande responsabilidade. Não podemos de forma nenhuma decepcioná-los. Ficam portanto convocados, todas as forças animadas e desanimadas, toda a sociedade organizada ou desorganizada, toda a iniciativa privada, todos os prestadores de serviços, todas as instituições, enfim, toda a sociedade bajeense. Vamos colocar em prática na boca desta gente que estará conosco o tido de Tarcísio Taborda: “Melhor que Bagé só Paris... Se não chover”.
FONTE JM
Bem Vindos a Bagé !!! Porta de entrada para o pampa gaúcho,seus campos preservam o bioma natural da região e seu povo não se cansa de mencionar a sua rica arquitetura urbana e rural.Como o gaúcho de fronteira jamais viveu sem um cavalo,só poderia ser por aqui que se encontra o que há de melhor na produção eqüina nacional,principalmente dos puros-sangues ingleses e dos crioulos.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Justiça proíbe prefeitura de emitir alvarás de demolição
[23H:12MIN] 29/07/2011 - PATRIMÔNIO
Episódios recentes como a demolição do prédio que abrigava a 2ª Delegacia de Polícia Civil e a torre que dá nome ao bairro Jardim do Castelo, casos de demolição de imóveis que fazem parte do patrimônio arquitetônico,cultural e histórico de Bagé, resultaram numa ação civil pública movida pela promotora da Promotoria de Justiça Especializada de Bagé, Luciana Cano Casarotto, contra o município.
Na tarde de ontem, o juiz Roberto Coutinho Borba, deferiu despacho favorável à ação movida pela promotoria. A partir de agora, a Prefeitura de Bagé não poderá mais emitir alvarás de demolição, até que seja criado e formado o Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de Bagé (Compreb).
A decisão também cancela os efeitos de alvarás de demolição irregulares e determina a utilização de um estudo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para a elaboração de um levantamento cultural preliminar do município. Enquanto o Compreb não for constituído, estão proibidas as intervenções civis em imóveis inseridos em zonas de preservação cultural previstas em lei e prédios catalogados pelo Iphan. Quando o Conselho estiver formado, os alvarás poderão ser concedidos mediante análise e autorização.
Em sua argumentação a promotora salienta que a falta de um Inventário Cultural e Patrimonial para a cidade prejudica a preservação dos prédios. Luciana argumenta que a Secretaria Municipal de Coordenação e Planejamento (Scoplan) passou a exigir que os pedidos de alvará de demolição fossem instruídos com fotografias, com fins de avaliar o potencial cultural da edificação que sofreria alterações. Entretanto, essa mudança no procedimento formal não resultou em uma mudança na postura dos agentes públicos. Mesmo examinando imagens de prédios considerados dignos de conservação intermediária pelo Iphan, a secretaria emitiu alvarás autorizando suas demolições.
FONTE JM
Episódios recentes como a demolição do prédio que abrigava a 2ª Delegacia de Polícia Civil e a torre que dá nome ao bairro Jardim do Castelo, casos de demolição de imóveis que fazem parte do patrimônio arquitetônico,cultural e histórico de Bagé, resultaram numa ação civil pública movida pela promotora da Promotoria de Justiça Especializada de Bagé, Luciana Cano Casarotto, contra o município.
Na tarde de ontem, o juiz Roberto Coutinho Borba, deferiu despacho favorável à ação movida pela promotoria. A partir de agora, a Prefeitura de Bagé não poderá mais emitir alvarás de demolição, até que seja criado e formado o Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de Bagé (Compreb).
A decisão também cancela os efeitos de alvarás de demolição irregulares e determina a utilização de um estudo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para a elaboração de um levantamento cultural preliminar do município. Enquanto o Compreb não for constituído, estão proibidas as intervenções civis em imóveis inseridos em zonas de preservação cultural previstas em lei e prédios catalogados pelo Iphan. Quando o Conselho estiver formado, os alvarás poderão ser concedidos mediante análise e autorização.
Em sua argumentação a promotora salienta que a falta de um Inventário Cultural e Patrimonial para a cidade prejudica a preservação dos prédios. Luciana argumenta que a Secretaria Municipal de Coordenação e Planejamento (Scoplan) passou a exigir que os pedidos de alvará de demolição fossem instruídos com fotografias, com fins de avaliar o potencial cultural da edificação que sofreria alterações. Entretanto, essa mudança no procedimento formal não resultou em uma mudança na postura dos agentes públicos. Mesmo examinando imagens de prédios considerados dignos de conservação intermediária pelo Iphan, a secretaria emitiu alvarás autorizando suas demolições.
FONTE JM
terça-feira, 26 de julho de 2011
A PRAÇA MAIS ANTIGA DE BAGÉ

VISITANDO O BLOG DA VELHA GUARDA DO COLÉGIO CARLOS LUWE, ENCONTREI ESTA BELA FOTO DO JORNALISTA CID MARINHO, E "ROUBEI-A" E VOU PUBLICÁ-LA AQUI TB PARA QUE MEUS SEGUIDORES TB ACOMPANHEM UM POUCO DA FORMAÇÃO DESTA BELA CIDADE.
PALAVRAS DE CID MARINHO AO BLOG DA VELHA GUARDA:
Salve, Grande Vaz!
Obrigado, por mais esta honrosa oportunidade! E, para os estudiosos de fotografia, vale lembrar que a imagem acima é mesmo bastante rara! Observem que na fotografia produzida no interior da Praça, já haviam instalados os seus belos "Chafarizes", mas, ainda não existiam os famosos sobrados que ficavam em frente ao "Coreto"... O que vemos então (ao fundo, e no centro da foto), é a fachada do extinto prédio de um só pavimento, que existiu na esquina da Av. Sete, com a Rua Mons. Costábile Hipólito, e que foi demolido em 1950, para dar lugar ao "Edifício Salim Kalil". E tal e coisa, e coisa e tal...
Att. Cid.
26/07/11 11:40
Bagé ganha parque temático
por: Glauber Pereira
[00H:59MIN] 21/07/2011 - OPINIÃO
Santa Fé não é só presente, mas está fadada a determinar o crescimento do setor turístico. Coisas da cultura, o maior tesouro de Bagé
Por trás da euforia sobre a confirmação da cidade cenográfica de Santa Fé ser construída em terreno bajeense, há uma dimensão muito mais produtiva e determinante para melhorar o futuro dos bajeenses. E essa análise pouco tem de ficção, ainda que o fator originário seja o cinema e a literatura.
Há algo de muito concreto nessa oportunidade. Em que pese ser a segunda vez que a Rainha da Fronteira passa pela oportunidade de ser cenário de produções com o peso da Rede Globo, é a primeira vez que uma estrutura física será erguida em Bagé. Isso faz lembrar de outra cidade da região, Caçapava do Sul, que recebeu sets do longa-metragem dirigido por Sérgio Silva, Anahy de Las Misiones. Para aproveitar todas as, então reduzidas, chances de exploração turísticas, o município foi presenteado com o carroção que acompanhou a saga retratada no filme e parte dos figurinos, elementos que foram por diversas vezes utilizados em iniciativas locais.
Passados quase 15 anos, é Bagé que tem a oportunidade de sediar uma grande produção e guardar registros reais o suficiente para fazer deles ferramentas de estruturação de um mercado turístico até agora insipiente. Com a cidade cenográfica de uma obra que carrega o espírito da colonização do Rio Grande do Sul – O tempo e o vento, do escritor gaúcho Erico Verissimo – o município terá a chance de ter um verdadeiro templo de adoração ao perfil do gaúcho.
A Santa Fé em Bagé, se bem direcionada, poderá se transformar em um dos maiores pontos turísticos do estado, já que vai imitar na íntegra o estilo e a estética das povoações gaúchas. Assim, poderá facilmente ser transformada em um parque temático. Imagine um parque assim, com segurança, bilheteria e espetáculos permanentes para atrair um fluxo cada vez mais crescente de consumidores do mercado dos free shops.
Santa Fé não é só presente, mas está fadada a determinar o crescimento do setor turístico. Coisas da cultura, o maior tesouro de Bagé.
FONTE JM
[00H:59MIN] 21/07/2011 - OPINIÃO
Santa Fé não é só presente, mas está fadada a determinar o crescimento do setor turístico. Coisas da cultura, o maior tesouro de Bagé
Por trás da euforia sobre a confirmação da cidade cenográfica de Santa Fé ser construída em terreno bajeense, há uma dimensão muito mais produtiva e determinante para melhorar o futuro dos bajeenses. E essa análise pouco tem de ficção, ainda que o fator originário seja o cinema e a literatura.
Há algo de muito concreto nessa oportunidade. Em que pese ser a segunda vez que a Rainha da Fronteira passa pela oportunidade de ser cenário de produções com o peso da Rede Globo, é a primeira vez que uma estrutura física será erguida em Bagé. Isso faz lembrar de outra cidade da região, Caçapava do Sul, que recebeu sets do longa-metragem dirigido por Sérgio Silva, Anahy de Las Misiones. Para aproveitar todas as, então reduzidas, chances de exploração turísticas, o município foi presenteado com o carroção que acompanhou a saga retratada no filme e parte dos figurinos, elementos que foram por diversas vezes utilizados em iniciativas locais.
Passados quase 15 anos, é Bagé que tem a oportunidade de sediar uma grande produção e guardar registros reais o suficiente para fazer deles ferramentas de estruturação de um mercado turístico até agora insipiente. Com a cidade cenográfica de uma obra que carrega o espírito da colonização do Rio Grande do Sul – O tempo e o vento, do escritor gaúcho Erico Verissimo – o município terá a chance de ter um verdadeiro templo de adoração ao perfil do gaúcho.
A Santa Fé em Bagé, se bem direcionada, poderá se transformar em um dos maiores pontos turísticos do estado, já que vai imitar na íntegra o estilo e a estética das povoações gaúchas. Assim, poderá facilmente ser transformada em um parque temático. Imagine um parque assim, com segurança, bilheteria e espetáculos permanentes para atrair um fluxo cada vez mais crescente de consumidores do mercado dos free shops.
Santa Fé não é só presente, mas está fadada a determinar o crescimento do setor turístico. Coisas da cultura, o maior tesouro de Bagé.
FONTE JM
Bagé será Santa Fé em “O Tempo e o Vento”
por: Munique Monteiro
[00H:00MIN] 21/07/2011 - CINEMA
Depois de meses de expectativa, foi definido no final da manhã de ontem que Bagé e Candiota receberão as filmagens do filme "O Tempo e o Vento".
FRANCISCO RODRIGUES
Na Rainha da Fronteira as gravações acontecerão no Parque do Gaúcho, que será a cidade cinematográfica de "Santa Fé", e no município vizinho, no antigo cemitério Alto Santa Rosa ocorrerão as cenas de batalhas. A previsão é que em novembro comece a construção de toda a estrutura, já entre março e abril de 2012, devem iniciar as filmagens. No fim da tarde de ontem, o prefeito de Bagé, Luís Eduardo Colombo dos Santos, concedeu uma coletiva de imprensa para fazer o anúncio oficial aos veículos de comunicação do município.
Para o prefeito, a decisão deixa a cidade num lugar privilegiado, dando ênfase que foram oferecidas todas às condições desejadas para a produção realizar as filmagens. "No ano do bicentenário, Bagé ganha uma nova cidade, Santa Fé", comemora. O momento é considerado ideal pelo prefeito, "é um grande presente para a cidade, até porque já vínhamos nessa conversação há meses", salienta. A próxima etapa é a captação de recursos para viabilizar toda a estrutura necessária à produção da película. "Nos próximos dias vamos realizar uma reunião com os deputados da região, Luís Augusto Lara, Luiz Fernando Mainardi e Afonso Hamm, além do deputado federal Ronaldo Zülke e o presidente da Câmara Federal, deputado Marco Maia. Também estará participando dessa articulação o presidente da Câmara de Vereadores, Sílvio Machado", ressalta. Colombo diz ser necessária uma grande preparação para a cidade receber este momento tão especial, para tanto, reunirá entidades de diferentes segmentos, para que possam estar organizadas para acolherem da melhor maneira possível os visitantes, que serão das mais variadas áreas, desde artistas e produtores, a grande mídia nacional, que gravará programas de TV, assim como produzirá materiais para revistas e sites.
Segundo o secretário de Cultura Sapiran Brito, Bagé nunca teve um evento deste porte, e dificilmente terá novamente, afirmando ser incalculável o retorno que esta gravação trará, "é a maior produção da Globo Filmes, seremos divulgados para o mundo", enfatiza. Sapiran conta que o diretor Jayme Monjardim afirmou que este é o filme da sua vida, e que a estrutura da cidade determinou que a Rainha da Fronteira fosse escolhida. Conforme a secretária de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Magda Flores, ao mesmo tempo em que esta decisão é um presente aos bajeenses, também exige uma superação, "é um grande desafio", declarou. Magda destaca a necessidade do "bem receber", de realizar uma preparação intensa para viver este momento. "Vai mexer com toda a cidade", dando ênfase para a economia e dizendo que o cinema é a arte que dá mais projeção a um local.
O prefeito de Candiota, Luiz Carlos Folador, também confirmou ontem que o município receberá gravações do filme. "Tínhamos muito interesse em possibilitar esta iniciativa e conseguimos. Tenho certeza que isto trará muitos benefícios para o nosso município", comemorou. Num breve encontro com o co-produtor Beto Rodrigues, na manhã de ontem, a equipe do Jornal MINUANO teve acesso aos desenhos da cidade cinematográfica de Santa Fé, que será construída no Parque do Gaúcho. Na foto em destaque nesta matéria é possível ter uma ideia do que a equipe produzirá no local.
FONTE JM
quarta-feira, 20 de julho de 2011
REVOLUÇÃO DE 1923
Vídeo elaborado com fotografias sobre a Revolução de 1923 em Bagé, RS, com base no livro do Prof. Cláudio de Leão Lemieszek, intitulado "Noticias da Revolução de 1923 em Bagé, a Capital da Paz", Praça da Matriz Editora, Bagé, 2008.
É também uma homenagem a esse competente e talentoso escritor portoalegrense radicado em Bagé, RS.
O hino do Rio Grande do Sul acompanha as imagens.
José Francisco Lacerda
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
José Francisco Lacerda, vulgo Chico Diabo, (Camaquã, 1848 — Cerro Largo, 1893) foi um militar (cabo) brasileiro que lutou na Guerra do Paraguai e ficou famoso por ter matado o ditador paraguaio Francisco Solano López, na batalha de Cerro Corá (1º de março de 1870).
Biografia
Chico nasceu numa família de poucos recursos e, ainda menino, empregou-se na carniçaria de propriedade de um italiano, em São Lourenço do Sul, município vizinho à Camaquã, sua terra natal. Nesta carniçaria fabricava produtos como charque, linguiça e salame.

Coronel Joca Tavares (terceiro sentado, da esquerda para a direita) e seus auxiliares imediatos, incluíndo Francisco Lacerda, mais conhecido como "Chico Diabo" (terceiro em pé, da esquerda para a direita).
Em 1863, quando contava apenas 15 anos, Chico descuidou-se da vigilância e um cão entrou no recinto onde estava guardada a carne, devorando alguns pedaços. Ao tomar conhecimento do ocorrido pelo próprio Chico, o italiano passou a agredi-lo. O menino tomou de uma faca usada no seu trabalho e matou seu patrão. De imediato, fugiu a pé para a casa de seus pais, onde chegou na manhã do dia seguinte, portanto caminhando um dia e uma noite sem parar para descanso.
Ao ver um vulto, ao longe, a mãe de Chico exclamou: “Garanto que é aquele diabinho que vem vindo”. Por causa desta frase, ganhou o apelido de Chico Diabo que o acompanharia pelo resto da vida.
Os pais, com medo de que o filho sofresse represálias, providenciaram sua mudança para a propriedade de seu tio Vicente Lacerda, em Bagé.
Em 1865, passou pelo local um destacamento dos Voluntários da Pátria, comandado pelo então Coronel Joca Tavares, que ia se juntar às forças brasileiras que combatiam no Paraguai. Convidado a integrar ao contingente, Chico aceitou.
Na Guerra do Paraguai, Chico, já então promovido a cabo, celebrizou-se por haver matado, na Batalha de Cerro Corá, o ditador Francisco Solano López, com um certeiro golpe de lança na virilha. O golpe foi aparentemente fatal, embora, na seqüência, o soldado gaúcho João Soares, tenha alvejado López com um tiro de revólver.
Ao matar o ditador, Chico teria descumprido ordens superiores, que determinavam que ele fosse capturado vivo. Mas não há consenso entre os historiadores quanto a este fato. Alguns autores inclusive afirmam que havia uma recompensa de cem libras de ouro para quem o matasse. Segundo fontes da época o Imperador Dom Pedro não autorizou que Lacerda recebesse a medalha por bravura em combate, porque temia que na Europa pensassem que Solano Lopez teria sido morto após ser preso. Outras fontes revelam que Joca Tavares fazia parte da Maçonaria, da qual Solano era membro e no combate este se recusou a enfrentá-lo.
No entanto, Chico recebeu como recompensa cem vaquilhonas (vacas que ainda não deram cria). Tomou ainda para si a faca de prata e ouro que López levava quando foi morto e na qual constavam, gravadas em ouro, as iniciais FL, coincidentemente as mesmas do nome de Chico. A lança usada pelo militar brasileiro no episódio encontra-se no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro.
O nome de Chico ficou consagrado popularmente em uma quadrinha muito em voga na época: "O Cabo Chico Diabo, do diabo Chico deu cabo".
Ao retornar do Paraguai, em 1871, Chico casou-se com uma prima, Isabel Vaz Lacerda, com quem teve quatro filhos, e trabalhou como capataz em várias estâncias.
Faleceu repentinamente, em 1893, quando se encontrava no Uruguai a serviço de Joca Tavares. Para receber os restos mortais do marido, anos depois, a viúva Isabel teve que contratar um uruguaio para roubá-los. Seu corpo foi sepultado novamente no Cemitério da Guarda, em Bagé. Em 2002, foi colocada uma lápide sobre o túmulo, por iniciativa do núcleo de pesquisas históricas daquela cidade gaúcha.
José Francisco Lacerda, vulgo Chico Diabo, (Camaquã, 1848 — Cerro Largo, 1893) foi um militar (cabo) brasileiro que lutou na Guerra do Paraguai e ficou famoso por ter matado o ditador paraguaio Francisco Solano López, na batalha de Cerro Corá (1º de março de 1870).
Biografia
Chico nasceu numa família de poucos recursos e, ainda menino, empregou-se na carniçaria de propriedade de um italiano, em São Lourenço do Sul, município vizinho à Camaquã, sua terra natal. Nesta carniçaria fabricava produtos como charque, linguiça e salame.

Coronel Joca Tavares (terceiro sentado, da esquerda para a direita) e seus auxiliares imediatos, incluíndo Francisco Lacerda, mais conhecido como "Chico Diabo" (terceiro em pé, da esquerda para a direita).
Em 1863, quando contava apenas 15 anos, Chico descuidou-se da vigilância e um cão entrou no recinto onde estava guardada a carne, devorando alguns pedaços. Ao tomar conhecimento do ocorrido pelo próprio Chico, o italiano passou a agredi-lo. O menino tomou de uma faca usada no seu trabalho e matou seu patrão. De imediato, fugiu a pé para a casa de seus pais, onde chegou na manhã do dia seguinte, portanto caminhando um dia e uma noite sem parar para descanso.
Ao ver um vulto, ao longe, a mãe de Chico exclamou: “Garanto que é aquele diabinho que vem vindo”. Por causa desta frase, ganhou o apelido de Chico Diabo que o acompanharia pelo resto da vida.
Os pais, com medo de que o filho sofresse represálias, providenciaram sua mudança para a propriedade de seu tio Vicente Lacerda, em Bagé.
Em 1865, passou pelo local um destacamento dos Voluntários da Pátria, comandado pelo então Coronel Joca Tavares, que ia se juntar às forças brasileiras que combatiam no Paraguai. Convidado a integrar ao contingente, Chico aceitou.
Na Guerra do Paraguai, Chico, já então promovido a cabo, celebrizou-se por haver matado, na Batalha de Cerro Corá, o ditador Francisco Solano López, com um certeiro golpe de lança na virilha. O golpe foi aparentemente fatal, embora, na seqüência, o soldado gaúcho João Soares, tenha alvejado López com um tiro de revólver.
Ao matar o ditador, Chico teria descumprido ordens superiores, que determinavam que ele fosse capturado vivo. Mas não há consenso entre os historiadores quanto a este fato. Alguns autores inclusive afirmam que havia uma recompensa de cem libras de ouro para quem o matasse. Segundo fontes da época o Imperador Dom Pedro não autorizou que Lacerda recebesse a medalha por bravura em combate, porque temia que na Europa pensassem que Solano Lopez teria sido morto após ser preso. Outras fontes revelam que Joca Tavares fazia parte da Maçonaria, da qual Solano era membro e no combate este se recusou a enfrentá-lo.
No entanto, Chico recebeu como recompensa cem vaquilhonas (vacas que ainda não deram cria). Tomou ainda para si a faca de prata e ouro que López levava quando foi morto e na qual constavam, gravadas em ouro, as iniciais FL, coincidentemente as mesmas do nome de Chico. A lança usada pelo militar brasileiro no episódio encontra-se no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro.
O nome de Chico ficou consagrado popularmente em uma quadrinha muito em voga na época: "O Cabo Chico Diabo, do diabo Chico deu cabo".
Ao retornar do Paraguai, em 1871, Chico casou-se com uma prima, Isabel Vaz Lacerda, com quem teve quatro filhos, e trabalhou como capataz em várias estâncias.
Faleceu repentinamente, em 1893, quando se encontrava no Uruguai a serviço de Joca Tavares. Para receber os restos mortais do marido, anos depois, a viúva Isabel teve que contratar um uruguaio para roubá-los. Seu corpo foi sepultado novamente no Cemitério da Guarda, em Bagé. Em 2002, foi colocada uma lápide sobre o túmulo, por iniciativa do núcleo de pesquisas históricas daquela cidade gaúcha.
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