segunda-feira, 20 de junho de 2011

SÉRGIO COIROLO
















Indiscutivelmente ele figura entre os grandes nomes da arte contemporânea, trata-se do arquiteto e virtuoso artista plástico Sérgio Coirolo. As obras do artista estão espalhadas Brasil e mundo a fora, em galerias, coleções particulares e, as que podemos considerar colossais, ao ar livre. Cidades como Florianópolis, Bagé, Dom Pedrito, Cruz Alta, Mostardas, Melo (Uruguai), Palmeira das Missões, Aceguá e Trás os Montes em Portugal tem a honra de possuir trabalhos do magnífico artista gaúcho.
Para se ter uma idéia da abrangência artística de Coirolo, ele foi convidado a expor em Florença, Itália, berço do Renascimento Artístico e a "Meca" da arte escultural. Entre as fantásticas obras do artista (ele já criou mais de cinqüenta bustos) destaque para o "Monumento a José Carlos Duax", em Canasvieiras, "A Namorada" localizada em frente ao Resort II Campanário, "O Bandeneon" e "Vila d'ouro" em Jurerê Internacional... E o que dizer do "Monumento à Paz Farroupilha" situado na entrada de Dom Pedrito? Os dois cavalos montados por um republicano e um soldado imperial são de concreto e pesam mais de 2,4 mil quilos! A extraordinária criação representa a paz, já que foi Dom Pedrito o cenário para a assinatura do Tratado de Ponche Verde, que pôs fim à Revolução Farroupilha. Sérgio Coirolo é isso, a personificação do talento artístico em sua mais elevada acepção. O Rio Grande do Sul deve se orgulhar de ter entre seus filhos este gigante das artes plásticas.

Indiscutivelmente ele figura entre os grandes nomes da arte contemporânea, trata-se do arquiteto e virtuoso artista plástico Sérgio Coirolo. As obras do artista estão espalhadas pelo Brasil e mundo afora, em galerias, coleções particulares e, as que podemos considerar colossais, ao ar livre. Cidades como Florianópolis, Bagé, Dom Pedrito, Cruz Alta, Mostardas, Melo (Uruguai), Palmeira das Missões, Aceguá e Trás-os-Montes, em Portugal, tem a honra de possuir trabalhos do magnífico artista gaúcho.

Para se ter uma idéia da abrangência artística de Coirolo, ele foi convidado a expor em Florença, Itália, berço do Renascimento Artístico e a "Meca" da arte escultural. Entre as fantásticas obras do artista (ele já criou mais de cinquenta bustos) destaque para o "Monumento a José Carlos Duax", em Canasvieiras, "A Namorada" localizada em frente ao Resort II Campanário, "O Bandeneon" e "Vila d'ouro" em Jurerê Internacional... E o que dizer do "Monumento à Paz Farroupilha" situado na entrada de Dom Pedrito? Os dois cavalos montados por um republicano e um soldado imperial são de concreto e pesam mais de 2,4 mil quilos! A extraordinária criação representa a paz, já que foi Dom Pedrito o cenário para a assinatura do Tratado de Ponche Verde, que pôs fim à Revolução Farroupilha. Sérgio Coirolo é isso, a personificação do talento artístico em sua mais elevada acepção. O Rio Grande do Sul deve se orgulhar de ter entre seus filhos este gigante das artes plásticas.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Justiça suspende demolição da torre do Castelinho

16/06/2011 - PATRIMÔNIO HISTÓRICO
FONTE JM

A ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público foi deferida pelo juiz da 3ª Vara Cível, Roberto Coutinho Borba.


TORRE: ficou descaracterizada


Na última terça-feira, três operários iniciaram a demolição da estrutura da torre do Castelinho, prédio que nomeia o bairro Jardim do Castelo. Conforme o parecer judicial, devem ser responsabilizados o proprietário e o executivo pelas avarias.
A torre é remanescente da chácara de Cornélio Martins, e trata-se de uma estrutura de caixa d’água construída entre 1910 e 1915. A ação dos operários descaracterizou a edificação, uma vez que foi destruída por completo a estrutura de ameias. A liminar emitida por Borba interrompe a obra e autoriza a restauração dos danos causados mediante autorização judicial.
O proprietário e a prefeitura correm o risco de pagamento de multa diária de R$ 5 mil e responsabilização criminal caso haja novas intervenções no local. Borba pediu o cumprimento da liminar com urgência visto o valor histórico da propriedade. O executivo consta na ação porque emitiu, através da Secretaria Municipal de Coordenação e Planejamento (Scoplan), um alvará que autorizava a demolição da estrutura.
O secretário, Luís Alberto Gonçalves Silva explica que os técnicos da secretaria não encontraram motivação legal para a preservação. Conforme Silva, a Lei Municipal 4836 conserva apenas a estrutura do prédio. “Com o desmembramento do terreno, a torre ficou pertencendo a outro lote diferente do terreno do Castelinho, por isso, foi autorizada a demolição”, justifica.

Caso semelhante
No dia 23 de dezembro de 2010, uma mobilização popular impediu a descaracterização de outro prédio histórico na cidade. À época, a estrutura da fachada do casarão situado na esquina do cruzamento da avenida Presidente Vargas com a avenida Marechal Floriano era demolida. Diversas lideranças intelectuais, artísticas e políticas compareceram ao local para sensibilizar a comunidade em relação à defesa e preservação do patrimônio arquitetônico da cidade. O resultado foi a interrupção da obra e ordem de reparo às avarias causadas.

Rádio Cultura de Bagé


A Rádio Cultura de Bagé iniciou suas operações exatamente às 10 horas da manhã do dia 04 de Julho de 1946, sendo a quarta emissora de rádio do RS, seu proprietário era Atahualpa Dias.

Marcou época com vários programas, tais como o “Teatro em Família”, “Jornal falado G4”, “QG do Gaúcho, Casa Ramos”, “Corrente da Solidariedade”, “O céu e o chão da Querência”, “Bagé em desfile”, “Visão Geral”, este, no ar desde 1973 e premiado como melhor programa de notícias do interior do estado em 1974; também o programa “Terra Pampeana”, com Valter Fagundes.

As jornadas esportivas da dupla Ba-Guá, entre vários outros.
Em 1994, a Cultura passou a integrar a Rede Gaúcha Sat, transmitindo os principais programas da Rádio Gaúcha, destacando-se o “Correspondente Ipiranga” e as jornadas esportivas da dupla Gre-Nal.

Um ataque monumental

editorial
por: Glauber Pereira
JM
[23h:13min] 15/06/2011 - OPINIÃO

É urgente distinguir claramente locais que pertencem à memória pública daqueles prédios velhos que podem realmente ficar melhores se reformados


Desde que o polêmico divisor de águas caracterizado, de um lado pela premente necessidade de construir para satisfazer a demanda por habitações numa cidade que cresce e, de outro, por um grupo cada vez mais forte que tomou a si o dever de preservar prédios antigos, jamais havia se visto uma ação tão violenta. Eis que a torre do Castelinho, prédio antigo que dá lugar a todo o condomínio tradicional de Bagé quase veio abaixo na tarde de ontem por obra e nome do desenvolvimento.
A priori não se pode mensurar se o problema maior está na falta de informação ou na ausência de sensibilidade dos responsáveis pelo trabalho executado por três operários. Afinal, informações colhidas pela reportagem do Jornal MINUANO dão conta de que o conjunto arquitetônico do castelinho é tombado e deve ser protegido pelas autoridades locais, fato que gerou, inclusive, ação civil pública contra o avanço da destruição averiguada nas ameias, aquelas elevações graduais que tão bem caracterizam antigas fortificações. Mas nem tal proteção foi suficiente.
A tentativa constitui-se, então, em maior agressão ao patrimônio se for a ela contabilizada mais de uma dezena de prédios antigos que vieram abaixo nos últimos avanços do mercado imobiliário de Bagé, embora alguns prédios reservem algum questionamento quanto à sua importância arquitetônica ou histórica. Contudo, a estética óbvia e a ligação entre o cenário formado pela edificação e a comunidade de Bagé justificou real estupefação entre as testemunhas. E se, além destes argumentos, somar-se o fato de que a cidade vive a plenitude das comemorações de seu bicentenário, o fato torna-se inconcebível.
O acontecimento faz cada vez mais urgente uma movimentação da prefeitura de Bagé na proteção de seu patrimônio material e imaterial, uma vez que, com exceção de um inventário que protege 20 prédios da cidade, executado pela Urcamp no ano de 2009, pouco se tem visto no sentido de um posicionamento público sobre o tema. É preciso estabelecer um critério confiável e técnico para defender aquelas construções que integram o imaginário local, que constroem a identidade do bajeense. É urgente distinguir claramente locais que pertencem à memória pública daqueles prédios velhos que podem realmente ficar melhores se reformados.

BAGÉ ANTIGA


FOTO "ROUBADA" DO BLOG DA VELHA GUARDA DO COLÉGIO CARLOS KLUWE, MOSTRA NOSSA BAGÉ NOS ANOS 70.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Prédio histórico é demolido no Jardim do Castelo







A estrutura que dá nome ao bairro Jardim do Castelo foi parcialmente demolida durante a tarde de ontem.
A torre do popular castelinho teve a estrutura de ameias destruída por três operários. O fato é que o prédio já fora tombado como patrimônio histórico e cultural da cidade através da Lei Municipal 4836. O Ministério Público Estadual por meio da promotora Luciana Casarotto ajuizou ação para interromper a obra e responsabilizar os culpados.
Assim que avistaram a ação dos operários, os moradores do Jardim do Castelo entraram em contato com o Jornal MINUANO. A moradora Heloísa Brito observava a situação em frente à sua casa. “Moro há 15 anos aqui, já me acostumei com a paisagem e quando vi isso me deu uma dor. É uma tristeza muito grande ver o patrimônio ser destruído”, explica.
Outro morador, Rafael Medeiros lembra que o monumento é uma das principais referências do bairro. “Essa estrutura dá nome ao bairro, eu lembro que havia outra torre, e que após a demolição foi tombado como patrimônio histórico”, afirma. A vereadora Jussara Carpes (PT) confirma a versão do morador. Conforme a parlamentar, cabe ao poder executivo tomar providências.
Jussara entende que o monumento compõe um importante conjunto arquitetônico da cidade. “Este prédio é tombado por lei municipal, e vamos mobilizar o Ministério Público para interromper a destruição. A torre é uma estrutura única que nomeia o bairro”, afirma.
No fim da tarde, a promotora Luciana Casarotto emitiu uma ação civil pública para paralisar a intervenção e responsabilizar os autores. “A ação é contra o proprietário e contra o executivo, pela omissão em conservar o patrimônio público”, afirma. Caso o juiz defira, o proprietário deverá reconstruir a estrutura demolida.
A torre atingida pela ação dos operários é remanescente das edificações da antiga chácara de Cornélio Martins. A estrutura é de uma antiga caixa d’água e foi construída entre 1910 e 1915, provavelmente pelo mesmo construtor do castelinho situado no terreno em frente.


FONTE JM
15/07/2011

Ventos trazem cinzas vulcânicas para Bagé




Mesmo com a presença de cinzas no céu, o aeroporto local operou normalmente. Segundo a MetSul Meteorologia, em uma imagem feita por satélite, às 15h, já era possível ver que a nuvem de cinzas estava na região da Fronteira. Conforme o diretor de comunicação da agência, Alexandre Aguiar, outras cidades da Metade Sul também registraram a passagem da nuvem, como Caçapava, Livramento, Quaraí e Pelotas. Ainda de acordo com a MetSul, a diferença entre a nuvem vista ontem e a anterior é a densidade menor observada na de segunda-feira. A previsão é de que hoje ainda haja a presença de cinzas no Estado, porém, mais concentradas na metade leste. O risco será menor a partir de quarta-feira.
Conforme o superintendente do aeroporto de Bagé, Francisco Camejo, o local não precisou fechar como na última ocasião. Desde que a névoa chegou, a cidade foi monitorada pela equipe de navegação aérea que julgou que não havia nenhum risco para os pousos e decolagens. Segundo esclarece o coordenador de navegação aérea, Namor Silva, qualquer diferença no tempo sempre é passada ao Centro Meteorológico Aeronáutico (CMA), que analisa, através de equipamentos, as condições para a operação do espaço. Silva diz que contam também com informes de aeronaves que passam pelo local. No caso de ontem, mesmo com a presença da névoa, havia condições de operação, tanto que receberam um pouso à tarde.


14/06/2011
FONTE JM