sexta-feira, 15 de julho de 2011

Pinturas da rodoviária precisam de reparos











por: Calvin Furtado

Um importante registro histórico está condenado à ação do tempo. Os três painéis que datam da inauguração da Estação Rodoviária de Bagé, em 1978, nunca foram restaurados.

FRANCISCO RODRIGUES


OBRAS: inauguradas em 1978, a figura melhor conservada está na rampa interna

A assinatura localizada nos cantos superiores de cada tela, V. Cosio, é um mistério para os bajeenses.
A reportagem do Jornal MINUANO procurou representantes da prefeitura, da empresa que tem a concessão para operar na rodoviária e personalidades ligadas às artes plásticas. Por enquanto, não existem registros que comprovem a autoria nem o paradeiro do autor dos quadros.
A mais conservada das obras está localizada na rampa de acesso até o saguão da estação rodoviária. Os quadros fazem menção aos gaúchos habitantes da região, suas práticas e manejo com animais. As outras duas pinturas, localizadas no lado de fora, estão bastante deterioradas e é possível identificar poucos traços.
Para o taxista José Fernando Marimon Nogueira, 60 anos, as obras deveriam ser revitalizadas. Ele conta que trabalha na rodoviária desde 1984, e que nunca houve nenhuma espécie de restauro. “A pintura existe desde a fundação, é uma obra belíssima que nunca recebeu restauração. Isso merece atenção do poder público”, entende.

Túmulo de Gaspar Silveira Martins no interior da Catedral









CATEDRAL E SEU INTERIOR BELÍSSIMO

























FOTOS DO BLOG ENFEITANDO A VITRINE DA GATHI CALÇADOS !!!




Exposição de produtos na calçada divide opiniões


FONTE JM

Em cidades próximas, como Santana do Livramento, por exemplo, é comum ver roupas expostas nas calçadas das lojas, como forma de atrair o cliente.

ROUPAS PENDURADAS: não há impedimento legal para a prática

Em Bagé, porém, a prática é pouco usada, principalmente na avenida Sete de Setembro, principal ponto comercial da cidade. Bastou uma loja nova adotar a exposição diferenciada de produtos para começar a polêmica: afinal, pode ou não pode? E se pode, os consumidores concordam?
Na internet, um site de relacionamentos já registrou diversas opiniões de bajeenses desfavoráveis ao modo de vender da loja, localizada na avenida Sete, na quadra da Casa de Cultura. A proprietária, Leila Bakri, disse já ter conhecimento de algumas críticas, mas se mostra surpresa com os posicionamentos. “Temos loja em Porto Alegre, Pelotas, Rio Grande, Chuí e é a primeira vez que passamos por este tipo de problema”, conta, complementando que os produtos não impedem o passeio público, já que a exposição é aérea. “Os clientes estão recepcionando muito bem e recebemos muitos elogios”, argumenta. Leila diz, inclusive, que vai procurar o poder público para se certificar de que não está fazendo nenhuma irregularidade.
Embora esteja sendo motivo de polêmica, o responsável pela fiscalização da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, José Elimar Castro, explica que não há legislação que proíba a prática. Ele ressalta que, de acordo com o artigo 18 do Código de Postura do município, o comércio é autorizado a colocar cadeiras e mesas no passeio público, a exemplos dos bares, o que gera a interpretação de que é permitido utilizar o espaço. “Só é preciso ter uma altura mínima de dois metros 10 centímetros para não atrapalhar quem está passando”, argumenta, lembrando, ainda, que existe legislação proposta pelo ex- vereador deficiente visual, Airton Leão, que impede que qualquer empecilho atrapalhe o ir e vir dos deficientes visuais. Como não é o caso da loja, Castro conclui que não há impedimento legal neste caso.

O que pensa a comunidade
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O que você achou desta forma de expor os produtos e atrair os clientes?

“Acho bom, é uma forma diferente de trabalhar e tudo que é diferente deve ser bem-vindo.”
Ana Paula Costa, 38 anos, técnica de enfermagem


“Estão fazendo a mesma coisa em Livramento, só que, às vezes, se torna um transtorno e acaba sendo excessivo.”
Elenise Lopes, 23 anos, agente educacional


“Acho que é uma faca de dois gumes. Metade da população vai gostar e a outra metade pode achar fora de uso. No meu ponto de vista, penso que a abordagem é um tanto agressiva e apelativa, principalmente para o visual da cidade, que acaba ficando feio. Imagina se todas as lojas optarem por fazer isso? Existem outras formas de marketing que podem trazer mais resultado.”
Leandro Sawchuk, 32 anos, palestrante


“Eu, particularmente, não concordo. Se a pessoa estiver interessada vai entrar na loja e pesquisar. Já passei várias vezes aqui e me incomoda esta forma de abordar.”
Anderson Garcia, 20 anos, tatuador

quinta-feira, 14 de julho de 2011