Bem Vindos a Bagé !!! Porta de entrada para o pampa gaúcho,seus campos preservam o bioma natural da região e seu povo não se cansa de mencionar a sua rica arquitetura urbana e rural.Como o gaúcho de fronteira jamais viveu sem um cavalo,só poderia ser por aqui que se encontra o que há de melhor na produção eqüina nacional,principalmente dos puros-sangues ingleses e dos crioulos.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Cidade dos sonhos
por: Glauber Pereira
[23H:28MIN] 06/01/2012 - PONTO DE VISTA
uma obra que deve contar com atrizes do calibre de Fernanda Montenegro tem muito a contribuir para um despertar na área de exploração do turismo cultural
Num dos municípios que mais peso traz à carga de gauchismo do Rio Grande do Sul, uma antiga cidade é construída. Já nasce velha, imponente e, espera-se, eterna. Se a literatura já fez de Santa Fé um cenário permanente da cultura regionalista e universal pela pena de Erico Veríssimo, a lente de Monjardim deve transformá-la em uma herança lúdica, onírica, mas inesquecível na Rainha da Fronteira.
Mas em se tratando de Região da Campanha, a realidade precisa falar mais alto. Enquanto o filme “O tempo e o vento” se prepara para ganhar as bilheterias, a passagem do cinema pelas cidades-locações tem resultado excelente exposição, muitas vezes verdadeiras alternativas na ausência de processos de produção sólidos e estáveis, coisa da qual Bagé nem tem tanto a se orgulhar. Uma das ausências mais sentidas é a infraestrutura de turismo e um segmento forte na área de indústria.
Contudo, a perspectiva de uma obra que deve contar com atrizes do calibre de Fernanda Montenegro tem muito a contribuir para um despertar na área de exploração do turismo cultural. A informação de que a cidade cenográfica pode se transformar em um parque temático instalado dentro de outro parque – o do Gaúcho – pode realmente atrair investimentos e visitações.
Mas é preciso que toda essa construção tenha o empenho da comunidade. Bagé vivencia um momento histórico de proporções ainda não mensuradas, coisa de cinema, cujas consequências só se poderá perceber quando os sintomas já estiverem em pleno andamento. Aí, investir será coisa do passado.
Por isso, ao contrário do que já aconteceu com a iniciativa de uma empresa de transporte aéreo que insistiu em instalar uma linha regular na cidade e não conseguiu, é preciso que os bajeenses que podem investir apliquem o necessário para que esse produto se realize. A plenitude do cinema e a abrangência de sua mensagem podem trazer grandes resultados econômicos desde que a comunidade esteja disposta a contribuir.
fonte jm
Prédio histórico do bairro Industrial corre risco de ser vendido
por: Paula Ribeiro
[23H:34MIN] 06/01/2012 - PATRIMÔNIO
Moradores da Cooperativa Habitacional Ângelo Minotto, do bairro Industrial, solicitam o apoio da prefeitura.
Antoniel Martins / Especial JM
IGREJA: integrada ao patrimônio histórico e artístico estadual
Em uma reunião ocorrida durante a semana, foi discutida a principal preocupação da comunidade, que a atual situação da Igreja Cristo Redentor, que se encontra em condições precárias.
O prédio do santuário e da escola foi colocado à venda pe
los proprietários, e os moradores pediram auxílio à prefeitura para que a igreja siga pertencendo à comunidade. “Estamos preocupados com a situação da igreja. É uma parte histórica e que acompanha a comunidade há muito. Não é justo colocar o prédio à venda” comenta a moradora Leila Mara Amico Martins.
A igreja e o Colégio Martinho Saraiva, que faziam parte do patrimônio da antiga Cicade, hoje propriedade da massa falida, foi posto à venda.Segundo a responsável pela manutenção e limpeza do santuário,Carolina Braga, a comunidade está lutando, junto com o poder público, para que o prédio seja restaurado e preservado, evitando que seja vendido. “Não podemos deixar com que a igreja seja comprada para ser demolida por algum proprietário particular. Ela é parte da cultura da comunidade de Bagé”, ressalta.
Carolina explica que as más condições fizeram com que fossem suspensas as missas no santuário há mais de três anos. “O teto está com problema, ela precisa de pintura, mas os santos estão em perfeitas condições. Se o poder público se unir à comunidade e não deixar que seja vendida, podemos renovar o santuário e fazer com que as missas, casamentos e batizados voltem a ser realizados” persevera.
Conforme explica o secretário da Cultura, Sapiran Brito, a prefeitura está buscando alternativas. “Estamos estudando um modo de adquirir aquele imóvel, seja para a diocese ou para a prefeitura, a fim de que possa ser doado para a comunidade. A garantia de que o prédio não seja desfigurado ou destruído nos já temos. Ele está arrolado como patrimônio do Estado pelo Iphae. Qualquer dano acionará o Ministério Público” finaliza.
FONTE JM
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
O Tempo e o Vento reestreia na segunda
Canal por assinatura Viva estreia a reprise da minissérie inspirada
Enquanto Jayme Monjardim coordena o estágio inicial de produção do longa O Tempo e o Vento - O Filme, dá para matar a saudade de personagens épicos como Ana Terra, Bibiana e Capitão Rodrigo no Viva. O canal por assinatura estreia amanhã a reprise da minissérie O Tempo e o Vento, que originalmente foi ao ar em 1985. No elenco, só estrelas: Tarcísio Meira, Glória Pires, Louise Cardoso, Lilian Lemmertz e José Lewgoy.
A minissérie, para quem não lembra, é baseada na primeira parte da trilogia homônima de Erico Verissimo, O Continente. Através das diversas gerações da família Terra Cambará, sob os olhos de Bibiana (Louise Cardoso/Lilian Lemmertz/Lélia Abramo), é traçado um retrato sobre as origens, o desenvolvimento e a consolidação do Rio Grande do Sul, recheado com histórias de amor, amizade, conquista e esperança.
O Tempo e o Vento ficou marcada como a maior e mais ousada produção da Globo até então. A minissérie contava com cerca de cem personagens, quase 6 mil figurantes, aproximadamente 1 mil cenas e mais de 60% das sequências gravadas ao ar livre. De acordo com a emissora, foram quase 5 mil pessoas envolvidas no projeto.
Para recriar o clima gaúcho, foi montada uma cidade cenográfica em uma área de 40 mil metros quadrados em Pedra de Guaratiba, no Rio. Projetada por Mário Monteiro a partir das descrições de Erico Verissimo no livro, o cenário conta com as mesmas ruas largas, as mesmas quadras, o sol marcando a passagem do tempo sobre as casas etc. O principal ponto de referência de Santa Fé é uma figueira centenária, parte fundamental da cenografia, elaborada para caracterizar a ação do tempo e do vento ao longo dos 150 anos de história. A minissérie também teve cenas externas gravadas em fazendas no Rio Grande do Sul, em Guaíba, Camaquã, São Miguel das Missões e Morungava.
Esta é a quarta vez que O Tempo e o Vento é reapresentada. A minissérie foi ao ar em março de 1986 e em junho de 1991, no Vale a Pena Ver de Novo e, em 1995, em homenagem aos 30 anos da Globo. E mais uma boa notícia: desta vez, o horário vai permitir que mais gente assista, a minissérie irá ao ar na faixa das 23h15min.
http://www.rius.com.br/artigo.php?sessao=Entretenimento&categoria=Celebridades-e-TV&titulo=O-Tempo-e-o-Vento-reestreia-na-segunda&id=811
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Cidade cenográfica de ‘O Tempo e o Vento’ em Bagé, RS, está 80% pronta
Doze cenógrafos e 30 marceneiros reconstroem a ‘Vila de Santa Fé’.
Figuração da adaptação da obra de Erico Verissimo terá atores locais.
O cenógrafo da Rede Globo Ricardo Teixeira explica que o material está sendo produzido dentro de um galpão, para depois ser instalado no Parque do Gaúcho, em Bagé. “Levaremos esse material todo em pedaços e mostraremos depois, ao acabar. Antes damos o acabamento artístico, uma pintura especial e rústica, e uma massa. Vocês vão achar que é aquilo tudo é alvenaria antiga”, garante Teixeira.
A figuração será toda feita por atores locais, que serão escolhidos por Monjardim a partir de janeiro.
FONTE http://www.radarbage.com.br
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Revitalização da ponte seca
FINALMENTE FOI APROVADO !!!
- Autoriza o Poder Executivo a abrir crédito adicional especial no valor de R$ 218 mil para revitalização do largo da ponte seca.
O projeto é muito bom e já era pra ter saído do papel há muito tempo !!!
PRA SEMPRE NATAL !!!
“Para sempre Natal”, da Igreja Batista Conservadora. O evento aconteceu no dia 21 de dezembro, nas escadarias do Museu Dom Diogo de Souza, e levou cerca de 2 mil pessoas ao local.
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