segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O Tempo e o Vento reestreia na segunda

Canal por assinatura Viva estreia a reprise da minissérie inspirada
Enquanto Jayme Monjardim coordena o estágio inicial de produção do longa O Tempo e o Vento - O Filme, dá para matar a saudade de personagens épicos como Ana Terra, Bibiana e Capitão Rodrigo no Viva. O canal por assinatura estreia amanhã a reprise da minissérie O Tempo e o Vento, que originalmente foi ao ar em 1985. No elenco, só estrelas: Tarcísio Meira, Glória Pires, Louise Cardoso, Lilian Lemmertz e José Lewgoy. A minissérie, para quem não lembra, é baseada na primeira parte da trilogia homônima de Erico Verissimo, O Continente. Através das diversas gerações da família Terra Cambará, sob os olhos de Bibiana (Louise Cardoso/Lilian Lemmertz/Lélia Abramo), é traçado um retrato sobre as origens, o desenvolvimento e a consolidação do Rio Grande do Sul, recheado com histórias de amor, amizade, conquista e esperança. O Tempo e o Vento ficou marcada como a maior e mais ousada produção da Globo até então. A minissérie contava com cerca de cem personagens, quase 6 mil figurantes, aproximadamente 1 mil cenas e mais de 60% das sequências gravadas ao ar livre. De acordo com a emissora, foram quase 5 mil pessoas envolvidas no projeto. Para recriar o clima gaúcho, foi montada uma cidade cenográfica em uma área de 40 mil metros quadrados em Pedra de Guaratiba, no Rio. Projetada por Mário Monteiro a partir das descrições de Erico Verissimo no livro, o cenário conta com as mesmas ruas largas, as mesmas quadras, o sol marcando a passagem do tempo sobre as casas etc. O principal ponto de referência de Santa Fé é uma figueira centenária, parte fundamental da cenografia, elaborada para caracterizar a ação do tempo e do vento ao longo dos 150 anos de história. A minissérie também teve cenas externas gravadas em fazendas no Rio Grande do Sul, em Guaíba, Camaquã, São Miguel das Missões e Morungava. Esta é a quarta vez que O Tempo e o Vento é reapresentada. A minissérie foi ao ar em março de 1986 e em junho de 1991, no Vale a Pena Ver de Novo e, em 1995, em homenagem aos 30 anos da Globo. E mais uma boa notícia: desta vez, o horário vai permitir que mais gente assista, a minissérie irá ao ar na faixa das 23h15min. http://www.rius.com.br/artigo.php?sessao=Entretenimento&categoria=Celebridades-e-TV&titulo=O-Tempo-e-o-Vento-reestreia-na-segunda&id=811

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

LUMINÁRIAS NAS ESCADARIAS DO MUSEU DOM DIOGO DE SOUZA

Cidade cenográfica de ‘O Tempo e o Vento’ em Bagé, RS, está 80% pronta

Doze cenógrafos e 30 marceneiros reconstroem a ‘Vila de Santa Fé’. Figuração da adaptação da obra de Erico Verissimo terá atores locais. O cenógrafo da Rede Globo Ricardo Teixeira explica que o material está sendo produzido dentro de um galpão, para depois ser instalado no Parque do Gaúcho, em Bagé. “Levaremos esse material todo em pedaços e mostraremos depois, ao acabar. Antes damos o acabamento artístico, uma pintura especial e rústica, e uma massa. Vocês vão achar que é aquilo tudo é alvenaria antiga”, garante Teixeira. A figuração será toda feita por atores locais, que serão escolhidos por Monjardim a partir de janeiro.
FONTE http://www.radarbage.com.br

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Revitalização da ponte seca

FINALMENTE FOI APROVADO !!! - Autoriza o Poder Executivo a abrir crédito adicional especial no valor de R$ 218 mil para revitalização do largo da ponte seca. O projeto é muito bom e já era pra ter saído do papel há muito tempo !!!

PRA SEMPRE NATAL !!!

“Para sempre Natal”, da Igreja Batista Conservadora. O evento aconteceu no dia 21 de dezembro, nas escadarias do Museu Dom Diogo de Souza, e levou cerca de 2 mil pessoas ao local.

SANTA FÉ

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Concerto encanta população bajeense

por: Daiane Oliveira [00H:48MIN] 22/12/2011 - ESPETÁCULO O concerto intitulado “Para Sempre Natal” foi realizado ontem, às 20h, e encantou a comunidade que foi ao Museu Dom Diogo de Souza. O evento contou com a participação de mais de 100 profissionais, entre músicos e cantores, além de uma equipe de teatro. Com o local lotado, os integrantes tocaram instrumentos como violinos, trompetes, eufônio, clarinetes, trombones, tuba e instrumentos populares, como saxofone. A apresentação mesclou, além do canto, uma encenação do nascimento de Jesus e ao final uma queima de fogos. O evento está dentro do calendário dos 200 anos da cidade, e contou com um espetáculo de 14 músicas, que fazem parte do CD, lançado pela igreja Batista. O maestro Joab Muniz começou sua trajetória na música aos nove anos. Cursando canto em 2007 concluiu o bacharelado em música pela UFPel, fazendo em seguida cursos específicos na área de regência e desenvolve atualmente suas atividades em vários estados do país. Joab fala que há muito tempo planejava fazer algo grande, bonito e com representação cultural para a comunidade em geral, “hoje estamos realizando um grande sonho”, ressalta. O prefeito Luís Eduardo Colombo enfatiza que os integrantes da orquestra são jovens e adultos, e participam voluntariamente já estando com um CD gravado. O espectador Flávio Nunes explica que é católico, “mas vim assistir e achei muito bonito e organizado, só não gostei porque não realizaram o fechamento das vias da rua, causando certo desconforto para quem não conseguiu lugar dentro do Museu”, concluiu. A Orquestra Filarmônica Batista é um projeto em desenvolvimento fundado pelo maestro Joab Muniz, que consiste na transformação gradativa de uma banda de sopro fundada pelo maestro Manoel Alves em 2000.