domingo, 10 de junho de 2012

Brinde ao frio em mesa de gelo

por: Cláudio Falcão´ [23H:49MIN] 09/06/2012 - FRIO Na manhã de ontem, às 7h, os termômetros indicavam 0,9graus negativos. Cláudio Falcão A temperatura, registrada pelo Inmet em sua estação automática em Bagé, dava suporte à geada, que foi das grandes. Nas coxilhas de São Martim congelou até o cocho das ovelhas e da cachorrada beber água. A taça, em cima da camada de gelo, destaca o frio que fazia. fonte jm

terça-feira, 5 de junho de 2012

PGQP define data de leilão

Foi definido para o dia 29 de julho o leilão de peças utilizadas nas filmagens de O Tempo e o Vento. Vai a leilão um chapéu Pança de Burro, com assinatura dos artistas e equipe do filme, uma faixa que foi utilizada por Thiago Lacerda, um baú e a estátua de uma santa utilizados na gravação e também um xale utilizado pela Cleo Pires. Toda a renda obtida com o leilão será revertida em benefício da Vila Vicentina.

sábado, 2 de junho de 2012

Leilão de peças que foram utilizadas nas filmagens de “O Tempo e o Vento”

PGQP promove leilão Em julho, o Comitê Regional da Qualidade de Bagé promove um leilão de peças que foram utilizadas nas filmagens de “O Tempo e o Vento”. O objetivo é angariar fundos para a aquisição de 10 camas hospitalares que serão destinadas às idosas da Vila Vicentina. MINUANO EMPREENDEDOR por: Dora Beledo

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Tombamento do Centro Histórico de Bagé.

Foram publicadas no Diário Oficial do Estado de 21.05.2012 as notificações do tombamento do Centro Histórico de Bagé. http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.defender.org.br%2Frs-tombamento-centro-historico-de-bage-e-paisagem-cultural-da-linha-pedro-salgado-e-linha-palmeiro-em-bento-goncalves-e-farroupilha%2F&h=oAQEUvbv8AQHx_W6sPuFXwML7csUa0wQKZ6lBo4d7qcMDxA

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Secretaria de Cultura vai retomar oficinas de cinema

por: Melissa Louçan [23H:59MIN] 30/05/2012 - CINEMA Principal combustível para a realização do Festival de Cinema da Fronteira,... ARQUIVO/JM
CURSOS: Sétima Arte ensinada de forma gratuita pela prefeitura as oficinas de cinema promovidas pela Secretaria Municipal de Cultura ainda não foram anunciadas, mas a procura pelas atividades já é intensa. O secretário de Cultura, Sapiran Brito, explica que as atividades serão oferecidas com atraso em razão das filmagens do longa-metragem O Tempo e o Vento em Bagé, que demandou atenção total da secretaria. Porém, mesmo durante este tempo, os participantes das oficinas anteriores não ficaram parados, já que puderam presenciar de perto a produção do longa de Jayme Monjardim. “O filme serviu como um oficinão para os participantes, que atuaram como voluntários. Foi uma forma de colocar em prática o que foi ensinado durante os cursos”, afirmou Brito. Para este ano, foram disponibilizados R$ 100 mil através de convênio firmado entre a prefeitura e a Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura, com contrapartida de R$ 20 mil do município. A verba disponível, maior que a do ano passado, permitirá que as oficinas se aprofundem mais acerca dos temas apresentados. “Não será apenas a infraestrutura maior, mas também a qualidade das oficinas”, confirmou o secretário. Está previsto para os primeiros dias de junho a divulgação da primeira oficina deste ano. De acordo com Brito, a prefeitura está apenas aguardando o final da licitação, que irá definir o hotel e o restaurante que serão oferecidos aos oficineiros, conforme exigência do governo Federal. Mesmo que as inscrições ainda não tenham iniciado, a secretaria já registra uma grande procura pelos cursos. Brito explica que, devido ao sucesso obtido no ano anterior, o público-alvo se expandiu e agora atende não somente os aficionados pela Sétima Arte, como também estudantes de comunicação visual e publicitários, que já atuam na área da imagem há algum tempo. A expectativa é de que até o final do ano sejam oferecidas 20 oficinas, distribuídas de acordo com o tempo disponível. Os trabalhos resultantes serão selecionados para fazer parte do Festival de Cinema, que acontece em novembro. “A proposta é mostrar os resultados práticos dessas atividades, assim como é uma forma de valorizar o trabalho desenvolvido na região”, disse. http://www.jornalminuano.com.br/noticia.php?id=74753

terça-feira, 29 de maio de 2012

O Tempo e o Vento retorna a Pelotas e filma casamento de Luzia e Bolívar

por: Melissa Louçan [23H:49MIN] 29/05/2012 - CINEMA Mais uma vez, as equipes de figurino, maquiagem, cabelos e arte, do filme O Tempo e o Vento, tiveram seu momento de luxo nas filmagens. Fernando Nipper/especial JM
CENÁRIO: prédio foi construído no século 19 No primeiro dia de gravações, em Pelotas, na terceira e última etapa de produção do longa-metragem de Jayme Monjardim, foi filmada a cena do casamento de Luzia (Mayana Moura) e Bolívar (Igor Rickli), na capela da Beneficência Portuguesa, uma construção do século 19 (foto). Mayana ostentava um longo vestido em camadas de seda, confeccionado no Rio de Janeiro, e acessórios de pérolas. Severo Luzardo Filho responde pelo figurino do filme, Emi Sato, pelos cabelos, e a argentina Marisa Amenta, pela maquiagem. A cena foi rodada na manhã do último sábado. Produzido pela Nexus Cinema e Vídeo, coproduzido por Panda Filmes e Globo Filmes, e com distribuição da Downtown Filmes, O Tempo e o Vento é livremente adaptado da obra O Continente (1949), do escritor gaúcho Erico Verissimo. O livro é a primeira parte da trilogia de ficção sobre a formação do povo gaúcho, sendo composto, ainda, pelos volumes O Retrato e O Arquipélago. O roteiro tem a assinatura do escritor e cineasta Tabajara Ruas (diretor e roteirista de Netto Perde Sua Alma, autor do livro Os Varões Assinalados) e da escritora Letícia Wierzchowski, que trabalhou com Monjardim quando teve seu romance A Casa das Sete Mulheres adaptado por Maria Adelaide Amaral para a minissérie da TV Globo (2003). Santa Fé fechada para visitas ************************ Após sediar por cerca de um mês as filmagens do longa-metragem O Tempo e o Vento, a cidade cenográfica de Santa Fé está novamente desabitada. Porém, para quem ainda não conheceu o futuro ponto turístico e deseja fazê-lo, terá de aguardar mais um pouco. Segundo as informações do secretário municipal de Cultura, Sapiran Brito, mesmo com o final das filmagens, encerradas na última semana, o local ainda não será aberto às visitações. O motivo é que a prefeitura está dando início a uma licitação que prevê o cercamento, iluminação e segurança do local, a fim de evitar vandalismo. “Por enquanto o parque estará fechado, mas é só durante este período da licitação, para evitar depredações”, explica. Conforme a parceria firmada entre a Prefeitura de Bagé e as produtores do longa, Nexus e Panda Filmes, a cidade cinematográfica agora passa a ser responsabilidade do poder público. Para viabilizar a manutenção do local, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo está elaborando um projeto possibilitando que empresas locais “adotem” as paredes das construções, substituindo a madeira por alvenaria. Na coletiva de imprensa, que encerrou os trabalhos da equipe de produção na região, o diretor Jayme Monjardim comentou essa situação. "Estamos deixando um legado incrível para a cidade. Esperamos que ele seja conservado e mantido. Para isso, é importante que as empresas participem, ainda mais se tratando de cultura”, disse ele na ocasião. Arquivo/JM
VILA CENOGRÁFICA: à espera de cercamento e segurança fonte jm

segunda-feira, 28 de maio de 2012

RELAÇÃO DOS PRÉDIOS TOMBADOS DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO MUNICIPAL:

RELAÇÃO DOS PRÉDIOS TOMBADOS DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO MUNICIPAL: Prédio da antiga usina elétrica de Bagé. Solar Sociedade Espanhola (erroneamente citado como IMBA). Os dois edifícios e jardim da hidráulica Municipal de Bagé. Antigo seminário de Santa Thereza ou seja as ruínas da antiga moradia do Visconde Ribeiro Magalhães. Clube Comercial. Clube Caixeiral. Casa de Cultura Pedro Wayne (antigo Banco Nacional do Comércio). Prédio da Sociedade Espanhola. Prédio da rua Cornélio Martins, 300 (conhecido como Castelinho do Jardim do Castelo). Estádio Antonio Magalhães Rossel (Guarany Futebol Clube). Estádio Pedra Moura (Grêmio Esportivo Bagé). Prédio do Clube Recreativo e Cultural Os Zíngaros. As torres da Caieira Bageense. A Igreja de Santa Thereza. A Capela da Vila Industrial (se não me engano chama-se Cristo Redentor). Os trilhos da ponte seca. Palacete Pedro Osório (atual sede da Secretaria de Cultura Municipal). O prédio da Sociedade Portuguesa de Beneficência (atual Museu Dom Diogo de Souza). O coreto da Praça Silveira Martins. Prédio da antiga estação ferroviária de Bagé (atualmente Centro Administrativo). Prédio da Prefeitura Municipal. Prédio da antiga Casa Brasil (Olhos D’Agua). Coreto de Santa Thereza. PATRIMÔNIO NATURAL, HISTÓRICO E PAISAGÍSTICO: Arroios da Tábua, Perez e Bagé. Cerros de Bagé. O lago em torno do coreto de Santa Thereza e sua área num raio de 12 metros. As palmeiras da rua Marechal Floriano.