Bem Vindos a Bagé !!! Porta de entrada para o pampa gaúcho,seus campos preservam o bioma natural da região e seu povo não se cansa de mencionar a sua rica arquitetura urbana e rural.Como o gaúcho de fronteira jamais viveu sem um cavalo,só poderia ser por aqui que se encontra o que há de melhor na produção eqüina nacional,principalmente dos puros-sangues ingleses e dos crioulos.
sábado, 2 de junho de 2012
Leilão de peças que foram utilizadas nas filmagens de “O Tempo e o Vento”
PGQP promove leilão
Em julho, o Comitê Regional da Qualidade de Bagé promove um leilão de peças que foram utilizadas nas filmagens de “O Tempo e o Vento”.
O objetivo é angariar fundos para a aquisição de 10 camas hospitalares que serão destinadas às idosas da Vila Vicentina.
MINUANO EMPREENDEDOR
por: Dora Beledo
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Tombamento do Centro Histórico de Bagé.
Foram publicadas no Diário Oficial do Estado de 21.05.2012 as notificações do tombamento do Centro Histórico de Bagé.
http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.defender.org.br%2Frs-tombamento-centro-historico-de-bage-e-paisagem-cultural-da-linha-pedro-salgado-e-linha-palmeiro-em-bento-goncalves-e-farroupilha%2F&h=oAQEUvbv8AQHx_W6sPuFXwML7csUa0wQKZ6lBo4d7qcMDxA
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Secretaria de Cultura vai retomar oficinas de cinema
por: Melissa Louçan
[23H:59MIN] 30/05/2012 - CINEMA
Principal combustível para a realização do Festival de Cinema da Fronteira,...
ARQUIVO/JM
CURSOS: Sétima Arte ensinada de forma gratuita pela prefeitura
as oficinas de cinema promovidas pela Secretaria Municipal de Cultura ainda não foram anunciadas, mas a procura pelas atividades já é intensa.
O secretário de Cultura, Sapiran Brito, explica que as atividades serão oferecidas com atraso em razão das filmagens do longa-metragem O Tempo e o Vento em Bagé, que demandou atenção total da secretaria. Porém, mesmo durante este tempo, os participantes das oficinas anteriores não ficaram parados, já que puderam presenciar de perto a produção do longa de Jayme Monjardim. “O filme serviu como um oficinão para os participantes, que atuaram como voluntários. Foi uma forma de colocar em prática o que foi ensinado durante os cursos”, afirmou Brito.
Para este ano, foram disponibilizados R$ 100 mil através de convênio firmado entre a prefeitura e a Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura, com contrapartida de R$ 20 mil do município. A verba disponível, maior que a do ano passado, permitirá que as oficinas se aprofundem mais acerca dos temas apresentados. “Não será apenas a infraestrutura maior, mas também a qualidade das oficinas”, confirmou o secretário.
Está previsto para os primeiros dias de junho a divulgação da primeira oficina deste ano. De acordo com Brito, a prefeitura está apenas aguardando o final da licitação, que irá definir o hotel e o restaurante que serão oferecidos aos oficineiros, conforme exigência do governo Federal.
Mesmo que as inscrições ainda não tenham iniciado, a secretaria já registra uma grande procura pelos cursos. Brito explica que, devido ao sucesso obtido no ano anterior, o público-alvo se expandiu e agora atende não somente os aficionados pela Sétima Arte, como também estudantes de comunicação visual e publicitários, que já atuam na área da imagem há algum tempo.
A expectativa é de que até o final do ano sejam oferecidas 20 oficinas, distribuídas de acordo com o tempo disponível. Os trabalhos resultantes serão selecionados para fazer parte do Festival de Cinema, que acontece em novembro. “A proposta é mostrar os resultados práticos dessas atividades, assim como é uma forma de valorizar o trabalho desenvolvido na região”, disse.
http://www.jornalminuano.com.br/noticia.php?id=74753
terça-feira, 29 de maio de 2012
O Tempo e o Vento retorna a Pelotas e filma casamento de Luzia e Bolívar
por: Melissa Louçan
[23H:49MIN] 29/05/2012 - CINEMA
Mais uma vez, as equipes de figurino, maquiagem, cabelos e arte, do filme O Tempo e o Vento, tiveram seu momento de luxo nas filmagens.
Fernando Nipper/especial JM
CENÁRIO: prédio foi construído no século 19
No primeiro dia de gravações, em Pelotas, na terceira e última etapa de produção do longa-metragem de Jayme Monjardim, foi filmada a cena do casamento de Luzia (Mayana Moura) e Bolívar (Igor Rickli), na capela da Beneficência Portuguesa, uma construção do século 19 (foto). Mayana ostentava um longo vestido em camadas de seda, confeccionado no Rio de Janeiro, e acessórios de pérolas. Severo Luzardo Filho responde pelo figurino do filme, Emi Sato, pelos cabelos, e a argentina Marisa Amenta, pela maquiagem. A cena foi rodada na manhã do último sábado.
Produzido pela Nexus Cinema e Vídeo, coproduzido por Panda Filmes e Globo Filmes, e com distribuição da Downtown Filmes, O Tempo e o Vento é livremente adaptado da obra O Continente (1949), do escritor gaúcho Erico Verissimo. O livro é a primeira parte da trilogia de ficção sobre a formação do povo gaúcho, sendo composto, ainda, pelos volumes O Retrato e O Arquipélago. O roteiro tem a assinatura do escritor e cineasta Tabajara Ruas (diretor e roteirista de Netto Perde Sua Alma, autor do livro Os Varões Assinalados) e da escritora Letícia Wierzchowski, que trabalhou com Monjardim quando teve seu romance A Casa das Sete Mulheres adaptado por Maria Adelaide Amaral para a minissérie da TV Globo (2003).
Santa Fé fechada para visitas
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Após sediar por cerca de um mês as filmagens do longa-metragem O Tempo e o Vento, a cidade cenográfica de Santa Fé está novamente desabitada. Porém, para quem ainda não conheceu o futuro ponto turístico e deseja fazê-lo, terá de aguardar mais um pouco.
Segundo as informações do secretário municipal de Cultura, Sapiran Brito, mesmo com o final das filmagens, encerradas na última semana, o local ainda não será aberto às visitações. O motivo é que a prefeitura está dando início a uma licitação que prevê o cercamento, iluminação e segurança do local, a fim de evitar vandalismo. “Por enquanto o parque estará fechado, mas é só durante este período da licitação, para evitar depredações”, explica.
Conforme a parceria firmada entre a Prefeitura de Bagé e as produtores do longa, Nexus e Panda Filmes, a cidade cinematográfica agora passa a ser responsabilidade do poder público. Para viabilizar a manutenção do local, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo está elaborando um projeto possibilitando que empresas locais “adotem” as paredes das construções, substituindo a madeira por alvenaria.
Na coletiva de imprensa, que encerrou os trabalhos da equipe de produção na região, o diretor Jayme Monjardim comentou essa situação. "Estamos deixando um legado incrível para a cidade. Esperamos que ele seja conservado e mantido. Para isso, é importante que as empresas participem, ainda mais se tratando de cultura”, disse ele na ocasião.
Arquivo/JM
VILA CENOGRÁFICA: à espera de cercamento e segurança
fonte jm
segunda-feira, 28 de maio de 2012
RELAÇÃO DOS PRÉDIOS TOMBADOS DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO MUNICIPAL:
RELAÇÃO DOS PRÉDIOS TOMBADOS DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO MUNICIPAL:
Prédio da antiga usina elétrica de Bagé.
Solar Sociedade Espanhola (erroneamente citado como IMBA).
Os dois edifícios e jardim da hidráulica Municipal de Bagé.
Antigo seminário de Santa Thereza ou seja as ruínas da antiga moradia do Visconde Ribeiro Magalhães.
Clube Comercial.
Clube Caixeiral.
Casa de Cultura Pedro Wayne (antigo Banco Nacional do Comércio).
Prédio da Sociedade Espanhola.
Prédio da rua Cornélio Martins, 300 (conhecido como Castelinho do Jardim do Castelo).
Estádio Antonio Magalhães Rossel (Guarany Futebol Clube).
Estádio Pedra Moura (Grêmio Esportivo Bagé).
Prédio do Clube Recreativo e Cultural Os Zíngaros.
As torres da Caieira Bageense.
A Igreja de Santa Thereza.
A Capela da Vila Industrial (se não me engano chama-se Cristo Redentor).
Os trilhos da ponte seca.
Palacete Pedro Osório (atual sede da Secretaria de Cultura Municipal).
O prédio da Sociedade Portuguesa de Beneficência (atual Museu Dom Diogo de Souza).
O coreto da Praça Silveira Martins.
Prédio da antiga estação ferroviária de Bagé (atualmente Centro Administrativo).
Prédio da Prefeitura Municipal.
Prédio da antiga Casa Brasil (Olhos D’Agua).
Coreto de Santa Thereza.
PATRIMÔNIO NATURAL, HISTÓRICO E PAISAGÍSTICO:
Arroios da Tábua, Perez e Bagé.
Cerros de Bagé.
O lago em torno do coreto de Santa Thereza e sua área num raio de 12 metros.
As palmeiras da rua Marechal Floriano.
domingo, 27 de maio de 2012
O Tempo e o Vento- resumo
Missões Jesuíticas em 1745 - Um dos religiosos toma como protegido o menino Pedro, que será mais tarde conhecido como Pedro Missioneiro (vivido na fase adulta pelo argentino Martin Rodriguez).
No Continente em 1777 - Ana Terra (Cléo Pires) mora no rancho dos pais, Maneco (Luiz Carlos Vasconcelos) e Henriqueta (Cyria Coentro). É lá que aparece, ferido, Pedro Missioneiro. Pedro engravida Ana e é morto pelos irmãos da jovem, Horácio e Antônio (José Henrique Ligabue). O filho de Ana e Pedro também ganha o nome de Pedro. Numa viagem, o pai de Ana traz dois escravos (Apolonio e Alexandre Farias). Mais tarde, os homens são mortos e a casa é queimada por um bando de castelhanos. Ana se muda com a cunhada Eulália e os filhos de ambas para Santa Fé, pegando carona na caravana conduzida por Marciano Bezerra (Leonardo Machado).
Santa Fé a partir de 1828 - A jovem Bibiana (Marjorie Estiano) conhece o Capitão Rodrigo Cambará (Thiago Lacerda). Bibiana é filha de Pedro Terra e Arminda Terra (Áurea Batista). O capitão, recém-chegado à vila, instala-se em um quarto nos fundos da venda do Nicolau (Luís Franke) – quando o dono da casa está fora, o capitão se diverte deitando-se com a mulher de seu anfitrião, Paula (Fernanda Carvalho Leite). Rodrigo quer fazer a corte a Bibiana, também alvo das atenções de Bento Amaral (Leonardo Medeiros), filho do caudilho de Santa Fé Ricardo Amaral (José de Abreu). Bento e Rodrigo duelam depois de uma discussão – Rodrigo marca no rosto do adversário um “R” incompleto. Recuperado de um ferimento de bala recebido no duelo, Rodrigo insiste na corte a Bibiana, pedindo ajuda ao irmão dela, Juvenal (Cris Pereira) e ao Padre Lara (Zé Adão Barbosa). Rodrigo consegue a permissão para se casar com Bibiana, no Natal de 1829. Ele têm três filhos: Anita (que morrerá ainda criança), Bolívar e Leonor.
Santa Fé a partir de 1850 - Pedro Terra, o pai da agora madura Bibiana (Janaína Kremer), perde suas terras para um agiota de origem nortista, o corcunda Agnaldo Silva. A neta adotiva de Agnaldo, a jovem Luzia (Mayana Moura), vai morar em Santa Fé, no sobrado construído pelo homem no terreno em que antes ficava o rancho de Pedro Terra. É uma moça bonita, com modos de cidade grande, que se isola do restante da cidade. O que não impede que os primos Bolívar (Igor Rickli), filho do Capitão e de Bibiana, e Florêncio (Rafael Cardoso), filho de Juvenal Terra e Maruca, disputem a atenção da moça. A personalidade instável de Luzia e sua representação fazem referência ao mito gaúcho da Teiniaguá, uma princesa moura transformada por feitiço em salamandra e que tem o poder de seduzir os homens. Luzia escolhe Bolívar. Ambos se casam e têm um filho: Licurgo. Bolívar morre pouco depois do nascimento do filho, desobedecendo uma ordem de quarentena que pesava sobre o sobrado, e a infância do jovem será passada em uma disputa entre a avó e a mãe. Nesta época, o vigário de Santa Fé é o Padre Otero (Marcos Verza).
Santa Fé, junho de 1895 - O sobrado está sitiado pelas forças dos Amarais, partidários dos federalistas. Correligionário de Júlio de Castilhos, Licurgo (Marat Descartes) mantém sua família refugiada dentro da casa. A mulher, Alice (Elisa Volpatto), está prestes a dar à luz. A cunhada, Maria Valéria (Vanessa Lóes), irmã de Alice, pressiona-o para se render em nome da saúde da irmã. Pelos cantos da casa, suportam em silêncio os sofrimentos do cerco o pai de Alice e Maria Valéria, Florêncio (Danny Gris), e a avó de Licurgo, Bibiana (Fernanda Montenegro). No sobrado também estão aquartelados aliados e peões de Licurgo, como o capataz da estância do Angico, Fandango (Miguel Ramos), e o peão Antero, que tentará uma fuga desesperada do Sobrado para pedir ajuda ao Padre Otero (agora vivido por Girlei Pires).
Monjardim assina chapéu
por: Dora Beledo
[23H:59MIN] 26/05/2012 - BOLSA DE NOTÍCIAS
Assim como alguns artistas e membros da equipe do filme O Tempo e o Vento,...
Divulgação
...o diretor Jayme Monjardim também assinou o chapéu que será leiloado em evento beneficente. Esta semana ele gravou a chamada para o Leilão do Chapéu, em beneficio da Vila Vicentina, que marca os 20 anos do PGQP. A gravação foi realizada por Juliano Oliveira, da produtora de Tiago Cezarino.
FONTE JM
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