Bem Vindos a Bagé !!! Porta de entrada para o pampa gaúcho,seus campos preservam o bioma natural da região e seu povo não se cansa de mencionar a sua rica arquitetura urbana e rural.Como o gaúcho de fronteira jamais viveu sem um cavalo,só poderia ser por aqui que se encontra o que há de melhor na produção eqüina nacional,principalmente dos puros-sangues ingleses e dos crioulos.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Dança Bagé 200 Anos
10º Dança Bagé 200 Anos!
Prefeitura Municipal /Secretaria de Cultura,de 14 à 17 de junho!
Vários grupos do estado confirmados!
Caio Nunes, coreógrafo da Globo, será professor de jazz e musical e jurado!
FIMP 2012
Prepare suas emoções!
O Coração do Pampa gaúcho já palpita em ritmo de música...
Bagé comemora seu terceiro ano de FIMP. Artistas internacionais. Intensa programação de concertos diários. Concertos gratuitos. Masterclasses e ensaios.
Jovens músicos do Brasil, Uruguai, Argentina, Paraguai, Estados Unidos e outros países aperfeiçoam seus talentos com professores renomados e participam de concertos de música de câmara, orquestra de cordas e Orquestra Sinfônica.
Outros palcos continuam: concertos comunitários, hospitais, asilo, creche e onde a música puder ser apreciada.
A iniciativa é da administração da Prefeitura Municipal de Bagé-RS e o convite se estende a todos jovens estudantes e amantes da boa música. Participe! A música é nossa!
Atrações 2012
Celebridade Internacional
François Rabbath
Contrabaixista
Pedagogo
Compositor
Orquestra Sinfônica:
Classes para instrumentos sinfônicos
Confira a programação!
Audições para alunos de Piano:
Bolsa integral para estudar em Paris
ECOLE NORMALE DE MUSIQUE
http://www.fimp.com.br/FIMP/Inicio.html
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Nossa Senhora Auxiliadora 24 de maio
Padroeira
Nossa Senhora Auxiliadora é padroeira de Bagé, cidade do sudoeste gaúcho.
Velas votivas em Bagé
Em 1943, por iniciativa do padre Edgar Aquino Rocha, a população de Bagé foi convidada a ornamentar as fachadas das casas para produzir um espetáculo luminoso a fim de homenagear Maria. A população vivia um clima de instabilidade devido ao envolvimento do Brasil na Segunda Guerra Mundial, com militares bageenses lutando no front europeu. A atitude do padre deu início a esta tradição que faz votos de paz. Os anos passaram, as velas continuaram a ser acesas como forma de devoção à Nossa Senhora Auxiliadora. Até os dias de hoje, em Bagé, no dia 24 de maio, as janelas das residências são iluminadas com velas em homenagem à Padroeira.
O caso das velas da devoção
Um acidente automobilístico ocorreu no dia 12 de maio de 2011. Em torno das 5h da manhã, o motorista Daniel Dias Pereira saiu de Caçapava do Sul, na região central do Rio Grande do Sul, com mil velas divididas em dez caixas. Alguns quilômetros após deixar a cidade, na BR 153, ele perdeu o controle do carro numa curva e colidiu com um furgão, contra uma parede de pedras, que fica ao lado da estrada. O automóvel que ele conduzia teve perda total, mas o motorista nada sofreu, e nenhuma vela quebrou.
“Tem algo estranho em toda a história. As caixas vinham bem acondicionadas, mas se bateram, poderiam ter quebrado”, diz Daniel. “Tantas coisas acontecem, que não duvido de nada”, reflete.
Proprietária de uma loja em Bagé, a comerciante Adriana Caminha foi quem encomendou o carregamento de velas para revender à Paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora, que realizaria a procissão em homenagem à Nossa Senhora Auxiliadora no dia 24 de maio. “Quando fiquei sabendo que o carro tinha dado perda total, falei que só por um milagre as velas se salvariam”, contou.
O fato correu a cidade e, segundo a comerciante, aumentou a procura pelas velas.
“A procura foi bem maior. Hoje em dia é tão raro um milagre. Essas velas já vieram bentas”, crê a comerciante.
Janelas de Maio
A prefeitura de Bagé lançou, em 2011, salientar o hábito da colocação de velas nas janelas no dia 24 de maio através do concurso “Janelas de Maio”. A comissão julgadora percorre as principais ruas e bairros da cidade observando as decorações mais criativas alusivas à Santa. Enfeitar janelas com velas acesas e vitrais coloridos são tradições que existem desde a década de 40 [3] em Bagé, assim como carregar velas acesas durante a procissão.
Procissão luminosa
Também em Bagé, nas noites de 24 de maio, após missa realizada na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora, ocorre uma procissão em homenagem à Santa. Os milhares de fiéis percorrem as ruas do centro da cidade, com a maioria carregando velas.
....
A data de 24 de maio de 1943 marca, segundo vários historiadores, o início da tradição das velas votivas na procissão de Nossa Senhora Auxiliadora, em Bagé. A iniciativa foi do padre Edegar Aquino Rocha, segundo as mesmas fontes. A data coincide com outras efemérides mas não tem ligação com elas. Esse fato ocorreu no auge da segunda guerra mundial. O presidente Getúlio Vargas já havia sido convencido pelo colega norte-americano Franklin Roosevelt a passar para o lado dos “aliados”. Um tour de force do presidente americano já trouxera ao Brasil, além do magnata Nelson Rockfeller, os cineastas Walt Disney e Orson Welles. Éramos os melhores amigos deles “desde criancinhas”. Roosevelt aprovou lei comercial no Congresso americano que colocava o Brasil em condições de ir à guerra. “Em três de março de 1942 o Brasil – através de um acordo de Empréstimo e Arrendamento, fixou em 200 milhões de dólares as importações de armamentos pelo Brasil, com uma redução de 65% nos preços”. Não dava para perder essa barbadinha... Getúlio, como já declarara antes, não queria ser apenas um fornecedor de materiais e gêneros alimentícios no conflito mundial. Ele queria os soldados brasileiros lutando na guerra, afinal nós éramos “do lado deles”. Mães, esposas, filhos e filhas dos soldados brasileiros sabiam o que isso poderia significar. A disposição de Getúlio era clara: os militares brasileiros deveriam lutar na guerra, morrer – se preciso fosse - na guerra, ou sobreviver, e só aí poder voltar para o Brasil, voltar para casa, voltar para suas famílias. Esse fato – da possibilidade do Brasil entrar na guerra (a FEB só foi criada em 9 de agosto de 1943) talvez tenha sido levado em consideração pelo padre Edegar.
As velas votivas começaram naquele ano a ser acendidas nas janelas das casas por onde passava a procissão, mas, depois, a tradição acabou se estendendo para as outras janelas de Bagé. Nesse ano de 1943 , começou a acender as velas pois temia que se o Brasil entrasse mesmo na guerra, como queria Getúlio, os seus filhos fossem combater no front europeu. Um deles, Dilermando Cândido, foi a um estúdio da rua Sete de Setembro e tratou de se “retratar” e presentear sua mãe com uma foto sobre a qual ela derramaria todas as suas lágrimas.
domingo, 6 de maio de 2012
olá pessoal !!!!
Venho aqui pedir desculpas por não estar atualizando o blog, mas como estou trabalhando da produção do filme, O Tempo e o Vento, estou completamente sem tempo de atualizá-lo.
Mas estou a disposição para seguir atendendo aos e-mails que me chegam e que eu adoro receber e poder ajudar vcs !!!!
Em breve retorno com novidades !!!
Bjos a todos..
Viviani
domingo, 25 de março de 2012
O cacique visita Bagé
por: Cláudio Falcão
[20H:14MIN] 26/03/2012 - ESPECIAL
Depois da cidade ter recebido o pajé Tchydjo, da tribo Kariri-Xocó, que vive em Alagoas, agora acolhe o cacique guarani Ariel Ortega.
VIVIANE ABEJAMEDA/ESPECIAL JM
ATO: ritual em volta da fogueira pede proteção
O pajé alagoano veio para participar da Semana Intercultural e Religiosa, no ano passado. O cacique está aqui como convidado da equipe de produção do longa-metragem “O Tempo e o Vento”, do diretor Jayme Monjardim. Ortega, cujo nome em guarani é Kuaray Poty, nasceu na província argentina de Misiones. Seu pai é guarani-argentino e sua mãe, guarani-brasileira. Ele tem 26 anos e, há três, foi escolhido como líder da comunidade indígena Alvorecer, em São Miguel das Missões (RS).
Sua presença em Bagé se deve à participação do elenco indígena no filme, quando o cacique deverá auxiliar na escolha dos figurantes que virão da comunidade. Existe ainda, a possibilidade que Kuaray Poty faça algum tipo de figuração nas filmagens, admitiu ele.
Cineasta
O grande diferencial do cacique é a sua atividade como cineasta. Ele já fez três documentários a respeito do cotidiano do povo indígena, em especial o povo Guarani. Segundo Poty, os guaranis são um povo sem fronteiras. Estão presentes no Brasil, Argentina, Paraguai e Bolívia. E, nesses documentários, o líder guarani revela características de sua gente, como eles encaram o curso da vida, sem o estresse permanente do homem branco. A autenticidade de seu trabalho, “Bicicleta de Nanderu”, já lhe valeu diversos prêmios no Brasil e viagens de divulgação pela Espanha, França, Alemanha e Suíca.
O nome Kuaray Poty, de acordo com a tradução oferecida por Ortega, quer dizer Raio do Sol; por analogia pode-se entender que o cacique é uma pessoa que tem a missão de iluminar seus irmãos índios. De fato, além de ser o cacique escolhido por sua comunidade, ele pode vir a ser, também, um líder espiritual, ainda que não tenha bem clara para si essa situação. Seu avô materno desempenha funções de lideranca política e espiritual em uma comunidade Mbya-Guarany da província de Misiones, na Argentina, e se constitui numa das principais referências de conduta de Kuaray Poty. “Meu maior sonho é ter a sabedoria do meu avô e poder passá-la para meus filhos e netos”revelou.
A respeito de sua formação, o cacique admite que não estudou como os homens brancos. Teve alguma educação na Argentina, mas foi ao estilo índio. De modo geral existem professores da própria aldeia e as crianças começam a aprender português depois dos nove anos. “Não temos a obrigação de ter uma profissão como os brancos. A nossa religiosidade também e diferente. Chamamos de espiritualidade, mas não existe um nome para isso. Temos nossos deuses ou espíritos, o conjunto deles chamamos de Nanderu. Acredito que foi a nossa espiritualidade que nos manteve unidos e nos ajudou a desenvolver a capacidade de adaptação às dificuldades”, disse ele. Uma das principais dificuldades do povo guarani é ver demarcadas e legalizadas as suas terras. No Rio Grande do Sul são 25 comunidades indígenas e algumas ainda sofrem com a falta de reconhecimento de sua área física.
Cerimônia
Na última sexta-feira, na Pousada Chácara das Roseiras, o cacique realizou uma cerimônia religiosa que eles chamam de “Nemboatey”. Nesse ritual, as pessoas se reúnem ao redor do fogo e simplesmente conversam, esperando inspiração espiritual. “Para nós as palavras são muito importantes e no Nemboatey buscamos as ‘belas palavras’ que resultam dessa reunião”, explicou. De certa forma, a cerimônia serviu para pedir a proteção e ajuda dos espíritos guaranis para as atuações do povo indígena nas filmagens. Kuaray Poty disse que essa foi a primeira vez que esteve em Bagé, mas já soube da presença de irmãos índios aqui, no passado, e o Nemboatey serviu, também, como uma reverência à memoria deles também.
fonte jm
Gravações de “O Tempo e o Vento” têm início
por: Melissa Louçan
[22H:25MIN] 26/03/2012 - CINEMA
Ontem à tarde, a Charqueada São João, em Pelotas, foi palco da celebração de início das gravações do filme “O Tempo e o Vento”.
Circularam pelo local as grandes estrelas que fazem parte do elenco do filme, além de membros da produção e convidados. O Jornal MINUANO esteve presente e registrou o começo das gravações de um dos maiores projetos cinematográficos da história do cinema nacional.
Como é habitual, o diretor Jayme Monjardim deu início às gravações com missa e confraternização entre a equipe. A cerimônia religiosa foi realizada na Charqueada, que também já serviu de pano de fundo para a minissérie “A Casa das Sete Mulheres”, do mesmo diretor. O local é vizinho a uma das locações, onde serão gravadas as cenas do sobrado.
A grande dama do cinema brasileiro, Fernanda Montenegro, esteve presente ao encontro. A atriz, que irá representar a forte Bibiana Terra, personagem-chave da obra, comentou a estreita relação com o povo do sul. “Já me sinto em casa no Rio Grande do Sul, porque já representei esse Estado em outros trabalhos antes e gosto muito do povo daqui” afirmou.
A atriz ainda não emite opiniões ou comentários sobre a personagem que irá interpretar, mas falou sobre a expectativa de transpor para a tela a obra máxima da literatura gaúcha. “É uma obra consagrada, de reconhecida qualidade literária, é uma história de amor a terra. Então sempre há muita ansiedade e responsabilidade ao trabalhar em uma produção desse porte” falou.
Já o ator que dará vida ao Capitão Rodrigo Cambará, Thiago Lacerda, falou sobre a preparação para entrar na pele do personagem. “O processo de preparação foi curto, mas muito intenso, ainda mais mergulhado na terra e na cultura gaúcha. Agora preciso parar de ficar com medo e entrar de cabeça nesse mundo. Mas as coisas acontecem gradualmente e acredito que tudo vai depender deste primeiro dia de filmagem, que irá ditar o ritmo para o resto do trabalho” afirmou ele.
O ator também comentou a oportunidade de poder contracenar diretamente com Fernanda Montenegro. “Está sendo um privilégio poder conviver com ela, que tem me proporcionado dias tão prazerosos e reveladores. É uma realização, não só profissional, mas também pessoal”.
Ansioso por dar início às gravações, o diretor Monjardim garantiu que o trabalho será realizado em 14 semanas de dedicação intensa. “O trabalho que estamos realizando é baseado em uma obra grande, muito consistente, que vai exigir dedicação extrema. Em 12 dias estaremos em Bagé, iniciando as gravações em Santa Fé, onde ficaremos por 40 dias” adiantou.
O diretor também teceu elogios à grande dama da dramaturgia. “Sem ela (Fernanda Montenegro) não teria filme. Desde o início eu pensei nela para interpretar essa personagem forte que é a Bibiana. Foi uma escolha fundamental, porque todo o filme está calçado sobre a Bibiana, que é um elo de ligação entre todas as gerações” revelou.
Um bajeense em meio às estrelas
*************************
O ator Gladimir Aguzzi chegou a Pelotas na última semana, junto com as outros atores e equipe da produção. O bajeense, que irá interpretar Antero no longa-metragem, passou os últimos dias em meio aos maiores nomes da arte nacional e gaúcha, como Fernanda Montenegro, Thiago Lacerda, Marat Decartes e Zé Adão Barbosa. “Fiquei surpreso com a gentileza, humildade e carinho com que os atores nos tratam. Dá para perceber a ânsia em aprender, não só coisas relacionadas ao filme, como a cultura do sul” falou.
Em posição privilegiada, Aguzzi avalia a oportunidade de atuar ao lado de grandes nomes da dramaturgia brasileira. “Estou me sentindo muito bem ao lado de uma equipe de qualidade tão boa como essa. É uma grande experiência poder ter a possibilidade de conviver e aprender com eles” afirmou o ator.
A rotina de gravações iniciou cedo hoje. Às seis da manhã os atores já estavam sendo esperados no set para iniciar as gravações da primeira cena do longa-metragem, que já foi ensaiada por Lacerda e Fernanda na última semana, em companhia do diretor.
Tudo inicia quando uma já octogenária Bibiana (Fernanda Montenegro), em meio ao cerco do sobrado, recebe a visita do espírito do marido, Capitão Rodrigo Cambará (Thiago Lacerda), que morreu em combate décadas antes.
fonte jm
Assinar:
Comentários (Atom)

