Bem Vindos a Bagé !!! Porta de entrada para o pampa gaúcho,seus campos preservam o bioma natural da região e seu povo não se cansa de mencionar a sua rica arquitetura urbana e rural.Como o gaúcho de fronteira jamais viveu sem um cavalo,só poderia ser por aqui que se encontra o que há de melhor na produção eqüina nacional,principalmente dos puros-sangues ingleses e dos crioulos.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Programação natalina na cidade
No período de Natal, diversas programações em entidades, igrejas e poder público recheiam os dias que antecedem a data em Bagé.
Abaixo, algumas das principais atividades que acontecem na cidade.
Serenatas de Natal
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Quarta-feira - 21
Concentração: Hospital São Sebastião e Asilo José e Auta Gomes, às 16h45min
Padaria Moderna descendo até o Clube Caixeiral, às 18h30min
Praça Silveira Martins, às 21h
Quinta-feira - 22
Concentração em frente ao Hospital Universitário, às 16h45min
Avenida General Osório em frente à Galeria Sete, às 18h
Sexta-feira - 23
Concentração em frente à Vila Vicentina, às 17h45min
Estação rodoviária, às 22h30min
Domingo - 25
Encerramento
Igreja São Judas Tadeu, às 20h
Poder público
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Dia 21
15h- Confraternização na Casa Dia Vicente de Paulo, organizada pelo Centro do Idoso
20h30min- Apresentação da Orquestra Filarmônica da Igreja Batista "Para sempre Natal", no Museu Dom Diogo de Souza
Dia 22
21h - Natal Rural na Praça de Esportes
Dia 23
20h30min - Apresentação da Orquestra Filarmônica da Igreja Batista "Para sempre Natal", na Concha Acústica
Instituições
José e Auta Gomes
Dia 25 - Almoço natalino
Visita do Centro de Umbanda Nova Era
Vila Vicentina
Dia 21 - Celebração com Dom Gílio e almoço de confraternização
Igrejas
Conquistadora
Dia 24 – Missa de Natal, às 20h
Dia 25 – Encenação do Presépio Vivo, às 10h
Catedral
Dia 24 – Missa de Natal, às 21h
Dia 25 – Missas de Natal, às 10h e às 19h
Auxiliadora
Dia 21, às 18h, missa de libertação e cura com Frei Giribone
20h - Auto de Natal
Dia 22, às 18h, missa
20h – projeção do filme “Jesus, a história do nascimento”
Dia 24 – Missa de Natal, às 21h, com o Coral Auxiliadora
Dia 25 – Missa de Natal, às 10h e às 19h
Conceição
Dia 21 – Bênção de Natal na Praça com oito freis capuchinhos que estarão abençoando, das 16h às 21h, todas as pessoas
Dia 24 – Missa com Auto de Natal às 21h
Dia 25 – Missas de Natal às 10h e às 20h
São Judas
Dia 24 – Missa de Natal às 20h
Dia 25 – Missa de Natal às 10h e às 20h (esta com Auto de Natal em frente à Igreja)
São Pedro
Dia 24 – Missa de Natal às 21h com Auto de Natal
Dia 25 – Missa de Natal às 9h
Sagrada Família
Dia 24 – Missa de Natal às 21h
Dia 25 – Missa de Natal às 10h e às 19h
Capela São José
Dia 24 – Missa de Natal às 21h
Dia 25 – Missa de Natal às 9h
Santuário
Dia 24 – Missa de Natal às 20h
Dia 25 – Missa de Natal às 10h
Capelania Militar
Dia 24 – Missa de Natal às 20h30min
Dia 25 – Missa de Natal às 18h
FONTE JM
Obra da nova barragem completa metade do tempo de execução
por: Daiane Oliveira
[21H:31MIN] 21/12/2011 - ABASTECIMENTO
Em dezembro, a obra da barragem Arvorezinha completa nove meses. Ainda que o prazo de término seja de 18 meses, a população permanece curiosa sobre o andamento da obra.
FRANCISCO DE ASSIS
RESERVATÓRIO: construção completa nove meses
Na semana passada, em função da chuva, o local ficou algum tempo sem máquinas, o que gerou comentários de que a obra estaria parada.
Informações da assessoria de imprensa do Departamento de Água e Esgoto de Bagé (Daeb) dão conta de que, atualmente, a empresa Ecossis, responsável pela execução do Plano Básico Ambiental da Barragem da Arvorezinha, está realizando levantamento para liberar o corte de árvores na estrada que servirá de desvio durante a construção do reservatório. A empresa Marco Projetos e Construções, executora da obra, está aguardando este estudo para continuar o trabalho de escavações.
A barragem é aguardada há décadas pelos bajeenses como solução para o problema crônico de falta d’água em períodos de estiagem no município. O reservatório terá capacidade de armazenamento de 18 bilhões de litros de água. O comprimento total da barragem será de 1 760 metros e a altura máxima será de 26 metros. O investimento para a obra foi de R$ 30 milhões, liberados pelo governo Federal através do Ministério de Integração, com contrapartida de R$ 4 milhões do DAEB.
FONTE JM
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
RESIDÊNCIA DA FAMÍLIA MÉDICI ANTES E DEPOIS
MOTIVO DE GRANDE REVOLTA E INDIGNAÇÃO ESTA BELA CASA QUE ABRIGOU NOSSO PRESIDENTE MÉDICI E QUE TEM VÁRIAS HISTÓRIAS PARA CONTAR, HOJE ESTÁ GROTESCAMENTE SERVINDO DE VITRINE PARA O MAU GOSTO !!!!!
domingo, 18 de dezembro de 2011
BAGÉ BERÇO DE CAMPEÕES
Bagé tem sido bem destacada nos jornais de circulação estadual e nacional pela agenda positiva da qual tem sido protagonista. A cidade vive um bom momento político, econômico e cultural e, sua importância regional, que parecia esquecida, volta a ser lembrada também por suas caracerísticas próprias de uma cidade pertencente à região do Pampa. A produção de uvas viníferas, as novas plantações de oliveiras - entre outras, somam-se à antigas vocações da terra como a produção de cavalos. O jornal Zero Hora, por exemplo, mais uma vez aborda a criação de cavalos puro-sangue em Bagé com destaque para as últimas novidades deste setor. O bi-centenário está fazendo muito bem para a Rainha da Fronteira.
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Postado por Luiz Carlos Vaz em Blog da Velha Guarda do colégio estadual de Bagé.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Urcamp vai expor Pedra da Lua
Buscando dar publicidade para o patrimônio histórico à disposição do Museu Dom Diogo de Souza, a reitora da Universidade da Região da Campanha, Lia Maria Herzer Quitana, reuniu um grupo de trabalho para planejar uma mostra da Pedra da Lua na programação comemorativa aos 200 anos de Bagé. No faro dos grandes e inusitados fatos, o escritor Fabrício Carpinejar está na cidade colocando seu texto e um inestimável senso de humor a serviço de uma investigação histórica. Com o objetivo de compor material para a coluna Beleza Interior, publicada aos sábados no jornal Zero Hora, Carpinejar, acompanhado do fotógrafo Tadeu Vilani, obteve, com a ajuda da reitora, boas pistas que revelam detalhes inéditos ao momento em que o ex-presidente Emílio Garrastazu Médici legou à Rainha da Fronteira um presente de outro mundo: um fragmento de pedra lunar.
O encontro, que no início parecia mais uma pauta formal, foi se descontraindo na medida em que o repórter-escritor ganhava a confiança de seus entrevistados. Carpinejar arrancou sorrisos e boas informações do advogado do ex-presidente da República e ex-professor da Urcamp, Fernando Sérgio Lobato Dias. Quem diria que uma das peças de valor mais elevado no patrimônio da Urcamp, estimada em 10 milhões de dólares fosse resultado de uma ação de carinho entre amigos. O presente acabou sendo doado ao historiador Tarcísio Taborda que imediatamente o integrou ao acervo do museu. Todos os detalhes da entrevista realizada na tarde de ontem estarão na coluna de sábado.
Uma pedra no caminho
Enquanto várias instituições têm uma pedra no sapato, a Urcamp tem uma pedra sobre a mesa. Assim pode se resumir uma instituição que, mesmo tendo a necessidade de superar desafios, não abre mão de um patrimônio que é da sociedade local. Contudo, algumas informações oferecidas pela reitora da Urcamp Lia Quintana chegaram a deixar o entrevistador um tanto “assombrado”. Mesmo com uma dívida fiscal que se aproxima dos R$ 200 milhões, a universidade busca respeitar suas oportunidades históricas: em vez de pensar em comercializar a peça, vai aproveitar o apelo da Pedra da Lua organizando exposições que arrecadem recursos e prestígio para a instituição. Questionada sobre as alternativas para mudar a situação, Lia Quintana disse que tudo passa por um processo de negociação com o governo federal e de opções como a otimização de recursos que a universidade já dispõe. Para uma das curadoras dos museus da Urcamp, Carmem Barros, sonhos não têm preço. “A pedra preserva um contexto histórico marcante, é um registro da fase da corrida espacial e, portanto, é parte do sonho humano de chegar além, de buscar seu destino até fora do planeta”, justifica ao acrescentar que o tema é também uma excelente fonte de conhecimentos.
Um pouco de história
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Nas décadas de 60/70 do século passado, o mundo estava dividido politicamente. Ao final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), Estados Unidos e União Soviética compunham as duas forças dominantes sob o ponto de vista geo-político mundial. O primeiro representava o pensamento liberal e capitalista, o segundo reunia doutrinas socialistas e comunistas que dividiram o globo terrestre entre alinhados ou não alinhados, segundo as perspectivas das duas potências. Esquerda e direita eram, então, vertentes respeitadas e temidas e, nos mais variados campos de atuação, levar a melhor contra os inimigos era a melhor forma de mostrar a superioridade de seu processo civilizatório. Conhecida como Guerra Fria, esssa disputa, logicamente, chegou aos esportes, artes e ciências, mas talvez não tenha somado um caráter tão importante quanto aconteceu com as descobertas e aventuras espaciais. Russos e americanos disputavam, também no espaço, a grande conquista da lua: os heróis agora eram astronautas.
Depois de várias missões que resultaram na chegada do homem ao solo lunar, em 1969, os americanos realizaram a última aventura espacial. Com a missão Apollo 17, os últimos blocos de rocha lunar foram colhidos e trazidos à Terra para um objetivo menos belicoso, porém não menos importante aos objetivos políticos: presentear países aliados.
Em 1972, três meses após o retorno da última missão - a Apollo 17, o presidente Richard Nixon compartilha com o mundo mais uma rocha. Recolhida no vale lunar de Taurus-Littrow, a amostra, batizada de 70017, foi fragmentada e cada uma das peças recebeu um protetor de acrílico. Depois foi montada numa placa de madeira contendo, como as peças colhidas nas missões anteriores, a bandeira de um país amigo.
Representante de um governo alinhado ao processo econômico e diplomático americano, o general Emílio Garrastazu Médici recebeu uma dessas, por ocupar o cargo de 28º presidente do Brasil. O bajeense homenageou a terra natal com a peça que foi integrada ao acervo do Museu Dom Diogo de Souza, fundado em 1955.
Em setembro de 2002, boatos de que a pedra estaria à venda renderam cobertura dos grandes veículos de comunicação do centro do país. Mas, como dá para perceber, a relíquia da corrida espacial está intacta e pronta para ser resgatada aos olhos populares.
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