terça-feira, 16 de agosto de 2011

Poema de JJ Gonçalves

Hoje recebi um e-mail de um "visitante" que me enviou este belo poema e estou aqui para dividí-lo com todos vocês.
Obrigada querido e volte sempre !!!!!


Áureo Legado!
J.J. Oliveira Gonçalves

Ah, nesse casarão - belo e imponente
7 anos eu passei - ledo - a estudar!
E, desde então, um Elo une a gente
Que nem o Tempo ousou nos separar!

De novo, estudante, adolescente
Viajo nas ramagens das Lembranças!
Ao peito, o coração bate - contente
Na Alma: Esmeraldinas Esperanças!

Há cheiros, (tantas cores!), há texturas
Do Bosque ouço eruditas Partituras
No coro angelical dos passarinhos!

Professores, colegas, livros 1000
Anos 60... O céu vestia Anil...
As Pedras? Eram Flores nos Caminhos!

No Corpo de Bagé foste plantado
Ensinar - com a Vida! - Áureo Legado!


Porto Alegre, 17 de março/2011. 18h
jjotapoeta@yahoo.com.br - jjotapoesia@gmail.com
http://transmutacoes.zip.net - www.cappaz.com.br

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Bistrô Restaurante Iara Coronel














































BELÍSSIMO LOCAL!!!! O Bistrô JC, charmoso e peculiar, mostra a história de vida de Iara Coronel (proprietária do Bistrô), inclusive com moveis e louça de sua família. O restaurante Bistrô funciona na casa da senhora Iara Coronel. Ela mora no local (de fato, seu quarto inclusive pode ser visitado pelos clientes do restaurante). Cada mesa, cada talher, cada cadeira é cuidadosamente escolhida. Cada louça é diferente da outra. Iara Coronel cuida de seu restaurante como uma casa-de-bonecas. O lugar parece um sonho. Cada detalhe é surpreendente. Cada cantinho há uma coisa linda para se ver. O Bistrô de Iara Coronel aposta no aconchego da lareira para atrair mais clientes em noites de frio. Além de um cardápio selecionado, a casa investe em música e aquecimento, para proporcionar momentos agradáveis e requintados a seus convidados. CONTATOS : http://www.facebook.com/bistrorestaurante.iaracoronel?sk=info

Hora certa: tradicionais relógios devem ganhar restauro


por: Munique Monteiro

[23H:01MIN] 05/08/2011 - CIDADE

A maioria das tantas horas que passaram nestes 200 anos de Bagé não foram marcadas por sete tradicionais relógios:

ARQUIVO JM

o da Igreja Nossa Senhora Auxiliadora, da Catedral de São Sebastião, da Capela da Santa Casa de Caridade, da CEEE, da Capela de Santo Antônio em Santa Thereza, do Edifício Avenida e da Praça das Bandeiras. O fato é que, mesmo diante de tão importante comemoração, apenas um exemplar está funcionando: o de Santa Thereza. Porém, dois locais possuem projeto para, brevemente, passarem a marcar a hora certa. O Jornal MINUANO, em pelo menos três matérias, abordou o tema, mostrando que, na cidade, em alguns locais, o tempo não passa. Na última publicação, em julho de 2010, já havia esperança de que os equipamentos do Edifício Avenida e da Praça das Bandeiras voltassem a funcionar.
De acordo com o secretário de Atividades Urbanas, Eduardo Mendes, o conserto do relógio da Praça das Bandeiras, local que abrigou o antigo mercado público, está dentro dos objetivos da pasta. Mendes afirma que o estudo que avalia orçamentos e técnicos para o serviço está sendo realizado, e a perspectiva é que, “em breve”, seja arrumado: "temos a ideia de fazer voltar a funcionar", garante sem apresentar uma data definitiva. Já a síndica do Edifício Avenida, Rita Cougo, diz que segue com o mesmo intuito de restaurar a peça. O reparo custava R$ 5 mil em 2007, quando iniciou a busca por patrocinadores, para os quais é oferecido espaço para publicidade no local. "A ideia é restaurar exatamente como ele era, todos os moradores possuem um carinho especial pelo relógio, vamos continuar atrás de empresas que queiram ser parceiras nesse projeto", revela.

Manutenção e dedicação
O único local restaurado e na hora certa é o da Capela de Santo Antônio, do Centro Cultural de Santa Thereza, que requer uma manutenção semanal e muita dedicação. O relógio, que a toda hora exata bate fortemente, e, de meia em meia hora assinala uma batida fraca, é um modelo alemão de 1908 e foi restaurado em 2008. Das mudanças, apenas o sistema de cordas, que ficou elétrico; o restante segue sendo original. Segundo a coordenadora do centro, Eliane Pacheco, o cuidado é intenso, tendo um funcionário se especializado no funcionamento para dar manutenção. "O barulho é lindo, as pessoas gostam de chegar aqui e ver que a hora está certa", comenta. Eliane afirma que o retorno positivo da população traz, não só satisfação, mas também prazer. Mesmo que esteja funcionando, a falta do badalo, que foi roubado na década de 90, é sentida, e por isso não sai do projeto da instituição recuperar a peça, que custa mais de R$10 mil. "Quando se quer, se faz", conclui.

A história dos restos mortais de Gaspar Silveira Martins

por: Munique Monteiro

[22H:25MIN] 04/08/2011 - RESGATE

Amanhã, é o aniversário do grande chefe da Revolução Federalista de 1893, Gaspar Silveira Martins, que morreu em 23 de julho de 1901, em Montevidéu.

FRANCISCO RODRIGUES


Seus restos mortais se encontram num mausoléu da família, localizado na Catedral de São Sebastião. O que muitos não sabem é que a história do translado dos restos mortais para Bagé, envolve uma série de curiosidades.
Segundo conta o historiador Cláudio de Leão Lemieszek, Silveira Martins morreu de complicações cardíacas em um hotel na capital uruguaia, quem cuidou dos preparativos do enterro foi o primo Luís Soares Martins, e ocorreu em Montevidéu. Em 1920, por pedido dos Federalistas que desejavam que os restos mortais viessem para o Rio Grande do Sul, houve o translado. Em navio, desembarcou no cais do Porto em Rio Grande, e o general Estácio Azambuja recepcionava com um programa festivo, o cortejo, que contava com a presença do filho José Júlio Silveira Martins e de familiares.
Os restos foram expostos em Pelotas, depois passaram por Porto Alegre, São Gabriel, Cacequi, até chegar a Bagé, tudo de trem. "Olha o cortejo que foi, demonstra a importância que tinha, era o verdadeiro Rede Vivo", destaca. Em Bagé foi recebido também com uma grande festa. No momento de cobrir o caixão, Lemieszek conta que aconteceu uma questão interessante. A bandeira do Brasil que foi colocada não tinha a frase "Ordem e Progresso", tudo porque era uma frase, um termo Positivista, e como Silveira Martins era Federalista, e assim, adversário dos Positivistas, este cuidado foi tomado.
O local escolhido para o repouso eterno foi a Catedral de São Sebastião, já que ali estava o mausoléu da família. O historiador lembra que quem ajudou com maior montante de dinheiro na construção da Catedral foi Carlos Silveira Martins, pai de Gaspar, e por isso teve um espaço concedido para ter o mausoléu da família. Além de Gaspar Silveira Martins, os pais e os de outros familiares estão ali depositados também. Em 2007, a cidade de Silveira Martins tentou levar os restos mortais para festividades, porém, não obteve sucesso. Somente membros da família têm acesso ao local, que é fechado à chave.
Em homenagem ao patrono, a Escola Silveira Martins realiza amanhã, às 10h, na Catedral, uma celebração ecumênica que não só comemora o aniversário de Gaspar, como também festeja o aniversário da instituição, que completa 102 anos.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O tempo e o vento em Bagé

AMEII ESSE TEXTO !!! INCRÍVEL E NOS DEIXA BOBOS EM IMAGINAR TODAS ESSAS OPORTUNIDADES QUE FARÃO MARAVILHAS PARA NOSSA CIDADE !!!!

por: Sapiran Brito

[23H:04MIN] 29/07/2011 - OPINIÃO



A comunidade tem acompanhado as conversações entre o poder público e a Globo Filmes para que seja rodado em Bagé as partes principais do filme “O Tempo e o Vento”.


Trata-se da obra fundamental de Erico Veríssimo sobre a história do Rio Grande de forma romanceada. Agora teremos uma versão para o cinema. Começo explicando para aqueles familiarizados com a obra que não se trata de uma transposição do romance para a tela. Literatura e cinematografia têm liguagens diferentes. A partir da obra original trabalharam nela três roteiristas, que fizeram o primeiro, o segundo e o terceiro tratamento com acompanhamento do diretor Jayme Monjardim. Evidentemente que os personagens e o conteúdo principal serão mantidos, o resto correrá por conta destes artistas que farão uma espécie de recriação, levando à tela a essência da história contada pelo romancista de forma resumida em 90 minutos a ela acrescentando a sua própria leitura e escrita. Monjardim sonha alto, segundo ele, até aqui, está será a sua maior obra e todos nós torcemos para que, quem sabe, ela não venha representar o Brasil na maior premiação cinematográfica do mundo, o Oscar. É tão grandiosa a empreitada que a Globo Filmes estabeleceu parceria com duas outras produtoras: Nexus Cinema de São Paulo e a Panda Filmes do Rio Grande do Sul, além dos apoios fundamentais das prefeituras: de Bagé, Candiota, Pelotas, Viamão e Paulínia no estado de São Paulo onde serão rodados em estúdios os interiores. No resultado final, graças a tecnologia e a geografia do cinema, tudo será fundido numa só região, as Missões e o Pampa gaúcho.
O custo total desta produção é de mais de nove milhões, sem contar os aportes financeiros e logísticos, contribuições dos municípios referidos. No nosso caso, Bagé, graças a uma demorada negociação conduzida com todo cuidado como deve proceder qualquer governo sério, o aporte financeiro será simbólico e captado junto a empresas que desejarem participar do projeto, de modo que não saiam recursos do cofre público municipal. Muito pelo contrário, teremos a médio prazo ganhos financeiros que irão beneficiar a cultura e o turismo local. Bagé ganhará nessa negociação uma cidade cenográfica, a Santa Fé imaginada por Erico, tomará forma material no Parque do Gaúcho, e existe todo um planejamento para o aproveitamento deste equipamento, logo após terminem as filmagens. Ganharemos também, porque faz parte do acordo negociado, o aproveitamento da mão de obra local, marceneiros, pedreiros, serralheiros, artesões, peões campeiros e mais uma gama de profissionais, estarão trabalhando de forma remunerada na produção. Também nosso povo participará da figuração, pequenos papéis e tarefas técnicas auxiliares. Especialmente jovens que se interessam por cinema terão a oportunidade de vivenciar e participar de uma superprodução, coisa que até ontem, era impossível de imaginar fosse acontecer um dia em Bagé. A par disso ganharão os hotéis, os bares, restaurantes, taxistas e outros serviços, que irão atender, não só a equipe do filme, como aos turistas que para cá se dirigirão para verem de perto e por dentro como se faz uma grande produção cinematográfica. Concluído o trabalho, o filme entrará em circuíto nacional e também será comercializado para o resto do mundo. Logo após será exibido em forma de minissérie, aqui e em vários países. Durante muitos anos, mundo afora se falará em Bagé, cidade que sediou “O Tempo e o Vento” e quem nos visitar poderá vestir-se com as roupas utilizadas no filme, tirar fotos de recordação dizendo: -”Aqui estou de Bibiana ou Capitão Rodrigo”. Figurinos, objetos e adereços utilizados permanecerão aqui a disposição no memorial de Santa Fé, que passará a usar as instalações para representações teatrais e até quem sabe um espetáculo permanente de som e luz. Também ficará a disposição do público cópia da película, registro de vozes dos atores, fotos e o macking off (o filme por dentro). Também pelo período que estiverem aqui, cenotécnicos estarão ministrando oficinas para que os nossos jovens se apropriem das técnicas e truques cinematográficos. Não resta a menor dúvida que esse será o grande evento em nossa cidade nos anos de 2011 e 2012. Não tenho a menor dúvida que só teremos a ganhar, portanto, é fundamental que todos “entre no espírito da coisa” e consigam dimensionar a grandeza e o significado do acontecimento e que nele se envolvam das formas mais diversificadas. Abracem o Tempo e o Vento como nós estamos abraçando. Acariciem o visitante, sejam atenciosos e hospitaleiros para que todos levem de nós, as melhores lembranças, pois esse será um momento único de afirmação de nossos tão cultuados valores, oportunidade rara para comprovarmos que somos gente de primeira e que não é por acaso que falam por aí tão bem de Bagé.
Para a decisão final de Monjardim foram fundamentais: os nossos equipamentos, a nossa paisagem, a nossa luz, os tipos humanos e especialmente a atenção e cuidados dedicados a equipe de produção. Isto só aumenta a nossa autoestima ao mesmo tempo que, faz pesar nos nossos ombros uma grande responsabilidade. Não podemos de forma nenhuma decepcioná-los. Ficam portanto convocados, todas as forças animadas e desanimadas, toda a sociedade organizada ou desorganizada, toda a iniciativa privada, todos os prestadores de serviços, todas as instituições, enfim, toda a sociedade bajeense. Vamos colocar em prática na boca desta gente que estará conosco o tido de Tarcísio Taborda: “Melhor que Bagé só Paris... Se não chover”.


FONTE JM

Justiça proíbe prefeitura de emitir alvarás de demolição

[23H:12MIN] 29/07/2011 - PATRIMÔNIO


Episódios recentes como a demolição do prédio que abrigava a 2ª Delegacia de Polícia Civil e a torre que dá nome ao bairro Jardim do Castelo, casos de demolição de imóveis que fazem parte do patrimônio arquitetônico,cultural e histórico de Bagé, resultaram numa ação civil pública movida pela promotora da Promotoria de Justiça Especializada de Bagé, Luciana Cano Casarotto, contra o município.


Na tarde de ontem, o juiz Roberto Coutinho Borba, deferiu despacho favorável à ação movida pela promotoria. A partir de agora, a Prefeitura de Bagé não poderá mais emitir alvarás de demolição, até que seja criado e formado o Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de Bagé (Compreb).
A decisão também cancela os efeitos de alvarás de demolição irregulares e determina a utilização de um estudo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para a elaboração de um levantamento cultural preliminar do município. Enquanto o Compreb não for constituído, estão proibidas as intervenções civis em imóveis inseridos em zonas de preservação cultural previstas em lei e prédios catalogados pelo Iphan. Quando o Conselho estiver formado, os alvarás poderão ser concedidos mediante análise e autorização.
Em sua argumentação a promotora salienta que a falta de um Inventário Cultural e Patrimonial para a cidade prejudica a preservação dos prédios. Luciana argumenta que a Secretaria Municipal de Coordenação e Planejamento (Scoplan) passou a exigir que os pedidos de alvará de demolição fossem instruídos com fotografias, com fins de avaliar o potencial cultural da edificação que sofreria alterações. Entretanto, essa mudança no procedimento formal não resultou em uma mudança na postura dos agentes públicos. Mesmo examinando imagens de prédios considerados dignos de conservação intermediária pelo Iphan, a secretaria emitiu alvarás autorizando suas demolições.


FONTE JM

terça-feira, 26 de julho de 2011

A PRAÇA MAIS ANTIGA DE BAGÉ


VISITANDO O BLOG DA VELHA GUARDA DO COLÉGIO CARLOS LUWE, ENCONTREI ESTA BELA FOTO DO JORNALISTA CID MARINHO, E "ROUBEI-A" E VOU PUBLICÁ-LA AQUI TB PARA QUE MEUS SEGUIDORES TB ACOMPANHEM UM POUCO DA FORMAÇÃO DESTA BELA CIDADE.

PALAVRAS DE CID MARINHO AO BLOG DA VELHA GUARDA:

Salve, Grande Vaz!
Obrigado, por mais esta honrosa oportunidade! E, para os estudiosos de fotografia, vale lembrar que a imagem acima é mesmo bastante rara! Observem que na fotografia produzida no interior da Praça, já haviam instalados os seus belos "Chafarizes", mas, ainda não existiam os famosos sobrados que ficavam em frente ao "Coreto"... O que vemos então (ao fundo, e no centro da foto), é a fachada do extinto prédio de um só pavimento, que existiu na esquina da Av. Sete, com a Rua Mons. Costábile Hipólito, e que foi demolido em 1950, para dar lugar ao "Edifício Salim Kalil". E tal e coisa, e coisa e tal...
Att. Cid.
26/07/11 11:40