quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Igreja Nossa Senhora Auxiliadora






Foi inaugurada em 24 de maio de 1929, mas só foi completamente finalizada na década de 40. O plano inicial era utilizar o colégio já edificado ao centro. À direita de quem olha ficaria a Igreja, onde já funcionava a antiga capela, e à esquerda ficaria o teatro. Mas o projeto foi modificado e a Igreja passou para o lado esquerdo. Como a área era menor, foi aumentada a sua altura.
O irmão salesiano Heitor Scnheider foi quem redefiniu e comandou o projeto, que teve apoio de várias pessoas da comunidade para concluir a obra. Foi ele também quem desenhou e colocou o altar-mor.
Os cinco sinos vieram da Itália e cada um representa o som de uma nota musical: dó, ré, mi, fá, sol.







quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Fiéis vão até a catedral homenagear o padroeiro

por: Calvin Furtado


A chegada da imagem de São Sebastião motivou a tradicional procissão em homenagem ao santo.


Milhares de fiéis receberam o grupo de cavaleiros que resgatou o padroeiro de Bagé no distrito de Torquato Severo, a cerca de 40 quilômetros do município. Entoando cânticos religiosos e orações, os peregrinos partiram da Paróquia da Nossa Senhora da Imaculada Conceição até a Catedral de São Sebastião, onde foi celebrada uma missa.As atividades alusivas ao padroeiro iniciaram no dia 11, com a realização da novena. Na tarde de terça-feira, o grupo de 35 cavaleiros da Associação de Cavaleiros e Cavaleiras Rainha da Fronteira partiu com o bispo diocesano de Bagé, Dom Gílio Felício, até a Vila de São Sebastião. Entre a ida e a volta foram cerca de 80 quilômetros percorridos, até a chegada que ocorreu às 19h15min de ontem. Da paróquia, o grupo partiu em procissão em direção à catedral.O bispo Dom Gílio presidiu a missa dedicada ao santo juntamente com outros 12 padres, que concelebraram com ele. Para o pároco da Capela Militar, Welbert de Oliveira, a movimentação dos fiéis representa a certeza de que vale a pena celebrar a fé. “São Sebastião é o padroeiro das polícias militares, o testemunho do mártir é um impulso para que cada cristão viva intensamente sua fé”, destacou.Homens, mulheres e crianças participaram e agradeceram as graças alcançadas. Márvio Miranda, 37 anos, compareceu à peregrinação com a mulher Élen, 32 anos, e o filho Martim, de 2 anos. “Estou aqui para agradecer tudo na vida, a fé dá força pra tudo, é o que move as pessoas, move o espírito”, explica. Para Miranda, o melhor de tudo é agradecer por estar vivo. “Têm pessoas em quem só aflora o sentimento de fé em épocas que lhes convêm, eu agradeço sempre”, revela.Os cavaleiros também participaram da comunhão em família. Nílson Guimarães, 46 anos, conta que é a terceira vez que integra a cavalgada, e dessa vez levou o filho Adílson, de 12 anos. “Para nós é uma satisfação, não fiz nenhuma promessa, mas participo e levo a família para pedir proteção”, explica. O menino Adílson conta que era o orador dos cavaleiros. “É uma experiência muito boa, a convivência com o grupo todo é muito boa”, resume.
FONTE: JORNAL MINUANO

Começa mais uma edição da descida do Camaquã

por: Munique Monteiro

[21h:17min] 21/01/2011 - AVENTURA
Começa mais uma edição da descida do Camaquã
Iniciou, ontem, mais uma edição da descida do Camaquã.


Pela manhã, diversos remadores em veículos próprios partiram em comboio pela BR 153 para a ponte do rio, onde um grande acampamento aguardava os mais de 130 participantes. À tarde, outro grupo partiu do CTG 93, quando caminhões ajudaram no transporte de barcos e caiaques. O dia serviu para a acomodação e organização da estrutura. À noite, os integrantes saborearam um jantar feito com produtos da região. Hoje, começa literalmente a descida, que prevê percorrer 10 quilômetros pelo rio. A mobilização em defesa do Camaquã ocorre amanhã, às 18h, no acampamento, onde haverá um manifesto em repúdio à instalação de hidrelétricas no local.De acordo com uma das coordenadoras do movimento, Clara Vaz, a mobilização iniciou a partir da reportagem do Jornal MINUANO, publicada em dezembro de 2010, quando foi anunciada a possibilidade de instalação de 13 hidrelétricas no rio. Em defesa do local um grupo de ruralistas se juntou aos remadores do Camaquã. Clara revela que uma fita a ser amarrada no braço foi feita para ser usada pelos integrantes do evento. Ela simboliza a luta pela preservação do rio. A fita traz a frase: “O Camaquã é intocável”. A coordenadora destaca a importância do local para a população da região, e propõe um desenvolvimento sustentável. “Que não seja destruindo a natureza” opina. Para Clara o desenvolvimento da região passa pela valorização do turismo. A 16ª Descida do Camaquã ocorre até domingo, e integra as atividades do bicentenário de Bagé.


FONTE: JORNAL MINUANO

NOSSO PATRIMÔNIO




PAMPA PARK PARTE 2


FONTE JORNAL FOLHA DO SUL

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Inicia hoje a 16ª Descida do Camaquã

Cidade
por: Munique Monteiro

[01h:01min] 20/01/2011 - NATUREZA
Inicia hoje a 16ª Descida do Camaquã
Com a proposta de valorizar a natureza, preservar o Camaquã e confraternizar com os amigos, é que acontece, a partir de hoje, mais uma edição da Descida do Camaquã.

FRANCISCO RODRIGUES

EQUIPE: coordenadores antes do trajeto até o acampamento


Realizado há 16 anos, o evento, este ano, possui dois aspectos diferentes dos demais, primeiro porque integra as atividades do bicentenário do município, e em segundo, porque terá manifestos em repúdio à provável instalação de hidrelétricas no curso do rio. Ontem à tarde, um grupo de cerca de 20 integrantes, entre eles os coordenadores Diogo Madruga e Roberto Luis Zago, deslocou-se para o acampamento, localizado próximo à ponte do Rio Camaquã, na BR 153, onde foi montada toda estrutura para receber os mais de 130 inscritos, que partem às 13h30 do CTG 93.Segundo conta Roberto Luis Zago, apesar dos 130 inscritos, a expectativa é receber cerca de 200 pessoas, entre elas homens, mulheres, crianças, “é diversificado o público” comenta. Para Zago, o momento é de rever amigos e companheiros, promovendo uma grande integração e confraternização. “Oportunidade ímpar de cultivar a natureza e a amizade” salienta. Quem concorda com Zago é Diogo Madruga, destacando que o evento traz essa particularidade: “solidifica amizades” enfatiza. Para ambos, a disciplina e a organização são essenciais para que ocorra tudo dentro da normalidade. Para tanto, Madruga diz que desde setembro organizam esta edição, “todos os aspectos foram pensados e organizados” afirma, explicando que sempre se preocuparam com todos os detalhes para assim garantir o sucesso do evento. Madruga comenta que esta edição deve superar as anteriores já que conta com maior número de inscritos, e também porque devido as noticias de que hidrelétricas possam ser instaladas no rio, a mobilização em torno da preservação foi maior. O evento ocorre até domingo, e está previsto para a tarde de sábado o “Manifesto do Camaquã”, movimento que visa afirmar o repúdio ao possível empreendimento. Considerado o ponto máximo do evento, deve reunir diversas autoridades, entre elas o vice-governador Beto Grill, e os secretários estaduais do Meio Ambiente, Jussara Cony, do Turismo, Abigail Pereira e de Agricultura, Luiz Fernando Mainardi.



SAÍDA: primeiros integrantes partiram ontem à tarde


fonte: jornal minuano