1811 - Fundação de Bagé pelo português e governador do estado do RGS - Dom Diogo de Souza.
Bem Vindos a Bagé !!! Porta de entrada para o pampa gaúcho,seus campos preservam o bioma natural da região e seu povo não se cansa de mencionar a sua rica arquitetura urbana e rural.Como o gaúcho de fronteira jamais viveu sem um cavalo,só poderia ser por aqui que se encontra o que há de melhor na produção eqüina nacional,principalmente dos puros-sangues ingleses e dos crioulos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Cidade é militar desde a fundação
por: Niela Bittencourt
Há quase 200 anos, as condições geográficas favoráveis de uma região fronteiriça motivaram as tropas pacificadoras de Dom Diogo de Souza, que marchavam rumo a Montevidéu,...
a montarem um acampamento no local para descanso e reorganização do contingente. Ao partir, a coluna deixou no acampamento um grupo de militares, e agregados à tropa, feridos e doentes. Esse montante passou a adaptar o local às suas necessidades básicas sob o comando do tenente Pedro Fagundes de Oliveira. Com isso, de maneira progressiva, surgiu um pequeno povoado, hoje o município de Bagé.Conforme explicou o mestre em História pela Universidade de Passo Fundo, Cláudio Lemiezeck, o potencial da localidade para servir aos militares como ponto roteador de travessia equidistante entre cidades como Pelotas e Santana do Livramento, e, também, como ponto de partida principal no caminho a Montevidéu, impulsionou o desenvolvimento. Uma vez que a circulação de militares e comerciantes prosseguiu nos anos seguintes.Na história, Bagé figura como cenário de inúmeras revoluções, que envolveram líderes militares. Em 1827, por exemplo, a Guerra da Cisplatina marcou as disputas entre Brasil e Uruguai. Já na Revolução Farroupilha, republicanos e imperialistas passaram pela cidade e, outros, estabeleceram-se na região durante o período do conflito. O Duque de Caxias iniciou aqui, em 1844, as conversações em busca da paz, que envolveram, ainda, o general Antônio de Souza Netto e Vicente de Fontoura. Já em 1893, acontece a Revolução Federalista, quando Carlos Telles, Joca Tavares e Gaspar Silveira Martins foram figuras de destaque. Cabe lembrar, a resistência dos militares, chefiados por Carlos Telles, ao cerco dos Maragatos, uma das disputas mais sangrentas que a cidade testemunhou.“Bagé foi berço de grandes guerreiros, que sempre estiveram envolvidos com o serviço militar”, enfatizou o historiador. Entre eles, destaca os considerados patronos das armas da cavalaria e da artilharia, General Osório e General Mallet, respectivamente, que residiram e constituíram família na cidade. Segundo ponderou, porém, a importância real da cidade para os militares era estratégica. Fato confirmado desde as disputas entre as coroas portuguesa e espanhola, a partir do Tratado de Tordesilhas.
Há quase 200 anos, as condições geográficas favoráveis de uma região fronteiriça motivaram as tropas pacificadoras de Dom Diogo de Souza, que marchavam rumo a Montevidéu,...
a montarem um acampamento no local para descanso e reorganização do contingente. Ao partir, a coluna deixou no acampamento um grupo de militares, e agregados à tropa, feridos e doentes. Esse montante passou a adaptar o local às suas necessidades básicas sob o comando do tenente Pedro Fagundes de Oliveira. Com isso, de maneira progressiva, surgiu um pequeno povoado, hoje o município de Bagé.Conforme explicou o mestre em História pela Universidade de Passo Fundo, Cláudio Lemiezeck, o potencial da localidade para servir aos militares como ponto roteador de travessia equidistante entre cidades como Pelotas e Santana do Livramento, e, também, como ponto de partida principal no caminho a Montevidéu, impulsionou o desenvolvimento. Uma vez que a circulação de militares e comerciantes prosseguiu nos anos seguintes.Na história, Bagé figura como cenário de inúmeras revoluções, que envolveram líderes militares. Em 1827, por exemplo, a Guerra da Cisplatina marcou as disputas entre Brasil e Uruguai. Já na Revolução Farroupilha, republicanos e imperialistas passaram pela cidade e, outros, estabeleceram-se na região durante o período do conflito. O Duque de Caxias iniciou aqui, em 1844, as conversações em busca da paz, que envolveram, ainda, o general Antônio de Souza Netto e Vicente de Fontoura. Já em 1893, acontece a Revolução Federalista, quando Carlos Telles, Joca Tavares e Gaspar Silveira Martins foram figuras de destaque. Cabe lembrar, a resistência dos militares, chefiados por Carlos Telles, ao cerco dos Maragatos, uma das disputas mais sangrentas que a cidade testemunhou.“Bagé foi berço de grandes guerreiros, que sempre estiveram envolvidos com o serviço militar”, enfatizou o historiador. Entre eles, destaca os considerados patronos das armas da cavalaria e da artilharia, General Osório e General Mallet, respectivamente, que residiram e constituíram família na cidade. Segundo ponderou, porém, a importância real da cidade para os militares era estratégica. Fato confirmado desde as disputas entre as coroas portuguesa e espanhola, a partir do Tratado de Tordesilhas.
Retirado do blog http://bagealemfronteira.blogspot.com/
BAGÉ
No extremo sul, na fronteira,
Num trono de realeza,
lhe fez a natureza,
Está Bagé sobranceira,
Qual "Rainha da Fronteira",
Ostentando com nobreza,
A simpatia e a beleza,
De cidade prazenteira.
Terra de Joca Tavares
E de Silveira Martins,
Cuja voz vibra nos ares,
Bagé, pela sua história,
Sem precisar de espolins,
Tece seu manto de glória.
Attila Taborda - 1943
No extremo sul, na fronteira,
Num trono de realeza,
lhe fez a natureza,
Está Bagé sobranceira,
Qual "Rainha da Fronteira",
Ostentando com nobreza,
A simpatia e a beleza,
De cidade prazenteira.
Terra de Joca Tavares
E de Silveira Martins,
Cuja voz vibra nos ares,
Bagé, pela sua história,
Sem precisar de espolins,
Tece seu manto de glória.
Attila Taborda - 1943
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