Bem Vindos a Bagé !!! Porta de entrada para o pampa gaúcho,seus campos preservam o bioma natural da região e seu povo não se cansa de mencionar a sua rica arquitetura urbana e rural.Como o gaúcho de fronteira jamais viveu sem um cavalo,só poderia ser por aqui que se encontra o que há de melhor na produção eqüina nacional,principalmente dos puros-sangues ingleses e dos crioulos.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Bagé foi um dos municípios gaúchos disputados por espanhóis e portugueses ao longo dos séculos XVIII e XIX. Destaca-se no cenário internacional por sua atividade primária, produzindo um das melhores carnes do mundo. Também sedia o que há de melhor na produção eqüina, com um dos maiores e mais moderno conjunto de haras do Brasil. Durante a Revolução Farroupilha, em seus campos várias batalhas foram travadas entre as forças do Império e os Republicanos. Ali também se iniciaram as conversações para a paz.
MONUMENTO AO MOTOCICLISTA

O monumento ao motociclista foi construído em 2003, encontra-se localizado na praça de Desportos, afim de tornar Bagé a capital do motociclismo, onde nele são fixados as logomarca dos moto grupos que passaram pelo mesmo, com intenção de eternizar o grupo.
Dimensões:
Sua base com 4.00m de comprimento X 1,5m de largura e sua altura de 3,8m.
Em sua parte superior esta colocado uma motocicleta de ferro construída por artesão.
ORIGEM DO NOME
Não há certeza sobre a verdadeira etimologia do nome do município, mas a hipótese mais aceita é que venha da palavra charrua baj (ou "baag") que significa cerro ou colina, haja vista a geografia da região.
Maiores Eventos
• Expofeira de Bagé (outubro)
• Semana Crioula Internacional (abril)
• Festa Internacional do Churrasco (novembro)
• Supermotos (dezembro)
• Semana Crioula Internacional (abril)
• Festa Internacional do Churrasco (novembro)
• Supermotos (dezembro)
Clima
Bagé possui um clima que tanto pode ser enquadrado no tipo subtropical ou temperado, com verões tépidos (com altas temperaturas durante o dia e temperaturas amenas à noite) e invernos relativamente frios, com geadas freqüentes e queda de neve em ocasiões memoráveis. As precipitações costumam ser regularmente distribuídas durante o ano, mas secas esporádicas podem ocorrer. De acordo com a classificação do clima de Köppen, o clima do município é do tipo Cfa.
A temperatura média anual é de 18°C. O mês mais frio é julho, com temperatura média de 12°C, enquanto janeiro, o mês mais quente, tem média de 24°C[2]. Quanto às precipitações, o volume médio anual é de 1.472mm. O mês considerado mais chuvoso é julho, com média de 142mm, e os meses menos chuvosos são abril e maio, com média de 104mm.
A temperatura média anual é de 18°C. O mês mais frio é julho, com temperatura média de 12°C, enquanto janeiro, o mês mais quente, tem média de 24°C[2]. Quanto às precipitações, o volume médio anual é de 1.472mm. O mês considerado mais chuvoso é julho, com média de 142mm, e os meses menos chuvosos são abril e maio, com média de 104mm.
História
A colonização da região onde ora se encontra o município iniciou-se com a chegada de europeus em fins do século XVII, notadamente portugueses e espanhóis. Uma das primeiras construções foi uma redução contruída por jesuítas, chamada Santo André dos Guenoas, fundada como posto avançado de São Miguel, um dos Sete Povos das Missões. A incansável resistência de índios da região à catequização, notadamente tapes, minuanos e charruas, levou a um conflito que resultou na destruição do povoado.
A partir de então, a região serviu de palco para diversos conflitos entre europeus e nativos. Destaca-se o ocorrido em 1752, quando 600 índios charruas, comandados por Sepé Tiaraju, rerechaçaram os enviados das coroas de Portugal e Espanha que, amparados no tratado de Madri, assinado dois anos antes, regulamentando os limites territoriais dos dois impérios na América do Sul, vieram para estabelecer as fronteiras.
Em 1773, D. Juan José de Vértiz y Salcedo, vice-rei de Buenos Aires, com cinco mil homens, saiu do Prata, atravessou o Uruguai e, chegando aos contrafortes da Serra Geral. Lá construiu o Forte de Santa Tecla, que foi demolido e arrasado em dois combates e ainda hoje remanescem ruínas.
Na área do município, o general Antônio de Souza Neto, em violento combate, conhecido como a Batalha do Seival, derrotou as forças legalistas e, no dia seguinte, proclamou a República Riograndense. Na Revolução de 1893, quando os federalistas reagiram à ascensão dos republicanos, Gumercindo Saraiva invadiu o Rio Grande do Sul pelo rio Jaguarão e, no Passo do Salsinho, foi travado o primeiro combate. O município testemunhou combates das Traíras, o Cerco do Rio Negro e o Sítio de Bagé. No Rio Negro, 300 prisioneiros foram degolados, sem direito a defesa.
A partir de então, a região serviu de palco para diversos conflitos entre europeus e nativos. Destaca-se o ocorrido em 1752, quando 600 índios charruas, comandados por Sepé Tiaraju, rerechaçaram os enviados das coroas de Portugal e Espanha que, amparados no tratado de Madri, assinado dois anos antes, regulamentando os limites territoriais dos dois impérios na América do Sul, vieram para estabelecer as fronteiras.
Em 1773, D. Juan José de Vértiz y Salcedo, vice-rei de Buenos Aires, com cinco mil homens, saiu do Prata, atravessou o Uruguai e, chegando aos contrafortes da Serra Geral. Lá construiu o Forte de Santa Tecla, que foi demolido e arrasado em dois combates e ainda hoje remanescem ruínas.
Na área do município, o general Antônio de Souza Neto, em violento combate, conhecido como a Batalha do Seival, derrotou as forças legalistas e, no dia seguinte, proclamou a República Riograndense. Na Revolução de 1893, quando os federalistas reagiram à ascensão dos republicanos, Gumercindo Saraiva invadiu o Rio Grande do Sul pelo rio Jaguarão e, no Passo do Salsinho, foi travado o primeiro combate. O município testemunhou combates das Traíras, o Cerco do Rio Negro e o Sítio de Bagé. No Rio Negro, 300 prisioneiros foram degolados, sem direito a defesa.
Um recanto bem gaudério no parque
O local foi tomado por barracas e ranchos bem à moda campeira. Ao caminhar por essa “cidade” encravada no parque da Rural, vai se deparar com um recanto que se supera ao seguir o estilo bem gaudério do homem do pampa.
É o acampamento do Piquete Vanguarda do Pago, do Clube dos Subtenentes e Sargentos.
O que mais chama atenção é o rancho de chirca, trançado com taquara e o teto de capim santa fé. O local está adornado com adereços bem típicos do gaúcho como macela, um pilão para socar canjica, barril de canha e até um par de botas surrado.
Do lado de fora do rancho, duas panelas de ferro e uma caneca velha chiam no fogo de chão.
Nesse pequeno espaço do Parque da Rural, pode ser visto ainda um dos mais típicos costume do homem do campo, um cupim que serve de fogão.
João Adão Freitas Tavares, membro do piquete, diz que a meta é tornar o acampamento o mais autêntico possível.
FONTE:JORNAL MINUANO 10/04/2010
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